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Domingo, 30 de Abril de 2017

INOCENTES ROLAS

Frágil rola que voavas diligente
Em direção ao teu ninho no pinheiro
Que urdiras com teu companheiro
Onde chocaras teus ovos contente
 
Mas tombaste moribunda mesmo em frente
De teus filhos que aguardavam teu amor inteiro
Atingida por tiro certeiro
De caçador, fria e cruelmente
 
Teus filhos ficaram de bicos abertos
Aguardando ávidos que lhes desses a migalha
Que não mais surgiu e com dias funestos
 
Definharam na morte que todos emalha
Seu pai já morrera por desígnios  incertos
E o doce ninho formou piedosa mortalha
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:01

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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017

A INCERTEZA

A incerteza me arrasta
Em delírios de loucura
Da solidariedade me afasta
Mas eu só queria dar ternura!
 
Bondade em mim me apetece
Em catapultas d'amor
Mas olho à volta e fenece
Minha vontade e ardor
 
Vejo sorrisos malévolos
Prontos para escarnecer
E meus desejos, incrédulos,
Destroem em mim o querer
 
E em pensamentos meus
Que me turbam o semblante
Neles a dúvida em Deus
É meu tormento constante
 
Meu coração desfalece
Desorientado, perdido,
Envio-te, Senhor, uma prece
E caio em mim confundido
 
          João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 20:34

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Terça-feira, 25 de Abril de 2017

PRIMAVERA FLORIDA

Apareceu a florida Primavera
Borrifando os campos de perfume
Como é seu hábito e costume
Com suavidade, sorridente, bela
 
E o Inverno por não ser lindo como ela
Pois que só em fealdade se resume
Afastou-se vociferando azedume
Recolhendo a negra caverna que gela
 
E a Primavera de múltiplas cores
O campo pintou com lindas flores
Irradiando beleza e harmonia
 
E nela o Sol como é apanágio seu
O rico e o pobre por igual aqueceu
Todos embriagando d'alegria
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 15:51

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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017

OS DONS DA NATUREZA

Cada um está no Mundo
Conforme os esculpiu a Natureza
Uns expelem o nauseabundo
Outros expelem a beleza
 
E caminham pela vida fora
Os belos são atraentes
Os feios ninguém os adora
São com mágoa sua repelentes
 
Mas quanto a mim a vida é irrealismo
É um nada, é um mito,
Lindo e mau é ser feio assim cismo
E ser feio e bom é ser bonito
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:38

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Sábado, 15 de Abril de 2017

DESLUMBRANTE

Fico a contemplar embevecido
O campo que deslumbrante encerra
Tudo o que a Natureza se esmera
Em esculpir  para fazê-lo lindo
 
De verdejantes plantas florindo
A dar encanto à Terra
Multicolor e atraente esfera
Magnânima ao Homem tudo servindo
 
E há perfume pelo ar
Que das flores brota extasiante
Que fico embevecido a aspirar
 
Coração feliz palpitante
Quando pelo campo a andar
Preso à sua beleza constante
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
 
publicado por CAMAGE às 15:47

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Terça-feira, 11 de Abril de 2017

SAUDOSA LEMBRANÇA

Na rua uma criança em devaneio corria
De quando em quando saltava
Pela cabeça somente passava
Por certo a brincadeira sua alegria
 
Olhando-a atento  me comovia
Sugestionado na minha idade recuava
Era assim que também eu brincava
Embrenhado em pura fantasia
 
Pela saudade fui enlaçado 
Em delírio em sonho levado
Ao meu passado de criança
 
Mas logo qu'a meiga criança de ver deixei
Do lindo torpor despertei
Que fora terna e saudosa lembrança
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
publicado por CAMAGE às 17:57

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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017

NO TEMPO PASSEI DE MENINO A VELHO

Em tempo eu fui um menino
Anos passaram e já nem jovem sou
A um velho homem me transformou
A Natureza de poder divino
 
E assim ando ao sabor do destino
Com Deus na mente que penso tudo criou
Sem nunca saber como o engendrou
E se após a morte me dá outro caminho
 
Deus que talhou na Terra em traços geniais
A Natureza com plantas e animais
Dando-lhes vida que desfaz com a morte
 
E Dele conjeturas fico a tecer
Quanto à sua maneira de proceder
Quando distribui pelo Homem a sorte
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:22

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Quinta-feira, 6 de Abril de 2017

TRISTE OBSERVANDO

Triste observo desde que assimilo a vida
Homens trajando impávidos o egoísmo
Mesclado de vaidade de pedantismo
Que utilizam de forma desmedida
 
E me deixa a alma desvanecida
Ante mesquinho trajar que subestimo
E desesperado sofro e cismo
Nessa gente de verdade carecida
 
Mas é a Natureza a mandar
No que origina em magnitude
Não adianta desolado blasfemar
 
Contra o seu poder em exaltada atitude
Ela é omnipotente os homens a formar
E vezes infindas meus Deus, me desilude
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:45

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017

DESILUDIDO

Desiludido, para aliviar deambulei,
Por aí, triste meditativo,
Sem rumo, sem qualquer sentido,
E minha desilusão não aliviei
 
Torturado por ela desesperei
Com o pensamento fenecido
Sem apreender, indefinido,
E com a desilusão fiquei
 
Desilusão é bem o amargo sentir
Duma nobre mas mal finda ambição
Dum sonho que nasceu a sorrir
 
E débil morreu em frustração
Duma felicidade por definir
Do desiludir da ilusão
 
          João M. Grazina (Jodro)
 

 

 

publicado por CAMAGE às 20:14

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