.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. O VERDADEIRO E O MENTIROS...

. SAUDADES DUMA VELHINHA

. MEU DEVANEAR

. DO VENTO NORTE ME LEMBREI

. AVE SOLITÁRIA

. ESCRAVO DA AMBIÇÃO (O EGO...

. A SUPORTAR O MAL

. OLHANDO O SEU PASSADO

. AMOR É DOCE MOSTO NUM SER

. DISCURSOS SÃO PALAVRAS BU...

.arquivos

. Maio 2018

. Janeiro 2018

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Setembro 2016

. Fevereiro 2016

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Janeiro 2015

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

.favorito

. INTRANQUILO

blogs SAPO

.subscrever feeds

Sexta-feira, 31 de Março de 2017

DESIGUALDADE, PORQUÊ?

O vento soprava frio, com brusquidão,
Eu olhava triste p'las vidraças a rua
Vi nela passar uma criança seminua
Com frágil camisola e curto calção
 
Seus pés descalços pisavam o chão
Pernas nuas ao frio, era sina sua,
E na miséria que nele se insinua
Fiquei cismando sem solução
 
De súbito vi outra criança passando
De camisolão, calças de lã de verdade,
Botas de pele genuína calçando
 
Sofri a olhar a desigualdade
Confusamente interrogando
O porquê deste absurdo da Humanidade
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:10

link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 30 de Março de 2017

QUANDO O DESTINO DUM SER É NEGAÇÃO

Da ilusão para a desilusão
Passa no sortilégio da vida um ser
Que incrédulo acaba por morrer
Sem ter passado dessa condição
 
Seu destino todo negação
Apesar de muito lutar, muito querer,
A adversidade não consegue vencer
Que os dons da sorte, só para alguns são
 
Nada lhe adianta barafustar
Cheio de justeza, de razão praguejar,
A sorte é um mistério insondável
 
Que aparece e desaparece
A muitos nunca favorece
Com seu hálito agradável
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:46

link do post | comentar | favorito
Domingo, 19 de Março de 2017

A ESPERANÇA NOS SORRI

Vai-nos a alma adormecendo
Quando já exaustos p'la longa idade
Ressequidos, de débil vitalidade,
Pouco a pouco o corpo morrendo
 
No tempo se vai convertendo
A força em fragilidade
E chegamos à amarga verdade
Incrédulos, p'lo que nos está acontecendo
 
E quando a sós fica-se a cismar
Se morrer é p'ra sempre acabar
Ou se a alma vive no além eternamente
 
E vai-nos a esperança sorrindo
Enquanto a terra se vai abrindo
Para nos abrigar mansamente
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 19:35

link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 17 de Março de 2017

AS CRIANÇAS ME DEIXAM SAUDOSO

Crianças pobres brincam na rua
E eu fico fascinado a olhar
Como se minha criancice a vislumbrar
E reparo no céu onde não há Lua
 
Mas uma mancha branca nele flutua
É nuvem alva como que paz a anunciar
Para que o Homem deixe de brigar
Parecendo que amor nele insinua
 
E as crianças de brincar não param
Jogando à bola alegres parlam
A deixarem-me cismando saudoso
 
Ah! Porque é que a criança  não volto!
E contra as leis naturais  me revolto
E Deus admoesto algo receoso
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
 
 
 
publicado por CAMAGE às 20:05

link do post | comentar | favorito
Sábado, 11 de Março de 2017

A METAMORFOSE NA PESSOA

Começamos a notar com tristeza
Que a força nos vai faltando
Porque a idade por nós foi passando
Com infatigável ligeireza
 
A agilidade a destreza
O tempo pouco a pouco nos foi levando
O coração sem descanso degradando
As rugas  ao rosto a roubar a beleza
 
Frente ao espelho fica-se desolado
Ao comparar com nosso retrato ao lado
Quando eramos jovens de figura bela
 
E custa-nos a metamorfose aceitar
Ficando frente ao espelho a cismar
O coração já quase apagado nos gela
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:07

link do post | comentar | favorito

ABERRAÇÃO

Agora que já pouco avisto
Porque já a vista me vai faltando,
O coração em estertor dilatando
Só na minha ténue poesia insisto
 
Nela esperançoso persisto
Como a tábua de salvação me agarrando
Mas tudo que me consistiu me vai faltando
Delirante interrogo, será que existo?
 
Mas ainda avisto a incongruência 
Da Humanidade em decadência
Enveredando por um trilho indistinto
 
Cismo na juventude mal guiada
Para a aberração do sexo orientada
Como se não fosse um natural  instinto
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
publicado por CAMAGE às 11:42

link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 8 de Março de 2017

BELO MOMENTO

As plantas que pelo campo avisto
Ondulando ao manso vento
A originarem-me belo momento
A que fascinado assisto
 
Fascínio que a olhar persisto
Repleto de contentamento
Preso ao atraente movimento
Das plantas  e do vento em que medito
 
Mas pouco a pouco o vento amainou
As plantas deixou de ondular
Que meu coração dececionou
 
Por tão belo momento acabar
A Natureza assim ordenou
Ao seu poderio tive de me dobrar
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:36

link do post | comentar | favorito