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Sábado, 29 de Agosto de 2015

AMOR É FELICIDADE, ALEGRIA

Sem amor não há felicidade
Sem felicidade  não há alegria
É sempre noite sem haver novo dia
É nas almas infinda escuridade
 
Sem aurora em bela claridade
Sem Sol a abrir as flores qu'o vento acaricia
Sem aves pelo campo em alegre cantoria
Sem o pôr do Sol dourado ao fim da tarde
 
Felicidade só quando há amor
Que os corações une, enlaça,
Em plenitude embriagador
 
Que não há poder que o desfaça
E se corações  em dilacerante dor
O amor lhes suaviza a desgraça
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:39

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CORAÇÕES, ESCRAVOS DO AMOR

Corações invadidos pelo amor
A quem juram fidelidade
Ajoelhando imbuídos de felicidade
Aos pés do bem-vindo invasor
 
E o fascinante conquistador
Lhes sorri com afetividade
Os embebe de amorosidade
Os escraviza ao seu sabor
 
A que se enlaçam encantados
Na servidão que muito desejam
Que importa por ela subjugados
 
Se com amor as alegrias sobejam
E amor e corações ternamente abraçados
De felicidade se beijam
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:16

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Sábado, 22 de Agosto de 2015

DE MÃOS DADAS

Anda na boca de muita gente o amor
Que o clama com leviandade
Por não assimilar a genuína verdade
Que dele emana como da planta a flor
 
A solidariedade amenizando a dor
Aos que mais sofrem na Humanidade
Carentes de afetividade
E bens a dar-lhes à vida melhor sabor
 
Amor bradado por muita gente
Com verdade e falsidade misturadas
Em que uma é sincera e a outra mente
 
Porque assim pela Natureza talhadas
O que não impede a verdade evidente
De amor e solidariedade de mãos dadas
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:29

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IGNORADA SEM PUDOR

Quando uma pessoa a velha chega
Que já longo caminho percorreu
Medita em tudo o que lhe aconteceu
Na vida e a um canto se aconchega
 
Já nada ambiciona, nada almeja,
A força  d'outros tempos em si pereceu
Pouco a pouco se esvaíu, morreu,
E o coração de cansado fraqueja
 
Enquanto nova teve valor
Foi justa de verdade repleta
O seu semelhante ajudou com ardor
 
De sorriso amistoso fisionomia aberta
No fim da vida foi ignorada sem pudor
Como coisa inútil que já não presta
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 15:52

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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2015

MANHÃ ESPLENDOROSA

Manhã que irrompe deslumbrante, bela,
Pelo Sol iluminada, aquecida,
Pelas pessoas elogiada, querida,
E que felizes deambulam por ela
 
Manhã que encanto descerra
Com primor p'la Natureza concebida
Que ao Homem faz mais apetecida
A duração da sua existência na Terra
 
Manhã, aurora em esplendor,
Que os corações à paz induz
À solidariedade ao amor
 
Quando carinhosa neles se introduz
Os embebe de doce sabor
Os envolve em deleitosa luz
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:57

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

SE NA VIDA...

Se na vida só houvesse amor
Co'o Homem em absoluto ao bem dedicado
Ficaria o Mundo bem perfumado
Com todos a cheirá-lo com ardor
 
Se na vida a inclinação
Do Homem fosse p'rá solidariedade
A conjugar-se  com a fraternidade
Mais felizes seriam os qu'infelizes são
 
Se na vida houvesse entendimento
Entre os humanos a vaguearem  p'la Terra
Seria como amena Primavera
Com as flores beijando-se ao vento
 
Se na vida o desalento
Em esperança se transformasse
E a pessoa a ela se abraçasse
Certamente ganharia alento
 
Se na vida a presunçosa arrogância
Fosse pela Humanidade preterida
E pela simplicidade substituída
Todos se olhariam cheios de confiança
 
Se na vida e que bom seria
A guerra fosse pela paz aniquilada
No coração do Homem p'ra sempre apagada
Felicidade em pleno haveria
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:27

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Domingo, 16 de Agosto de 2015

DESIGUALDADE

Uns têm tudo outros não têm nada
Também há os que têm assim, assim,
E eu nisto medito em frenesim
Com a alma algo atribulada
 
Pois vejo a Humanidade separada
Pela  desigualdade sem fim
Que é sem dúvida quanto a mim
P'la riqueza e p'la pobreza originada
 
São as absurdas diferenças sociais
Que imperam com naturalidade
E que já vêm dos tempos primordiais
 
Imparáveis na continuidade
Riqueza e pobreza não acabam mais
Elas são em pleno eternidade
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 15:38

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Sábado, 15 de Agosto de 2015

ERMIDA DE SANTO ANTÓNIO

Foi no passado ermida em plenitude
São Fernando lhe chamaram
Assim, o Infante Santo glorificaram,
Com amorosa solicitude
 
As pessoas das Vendas Novas em quietude
Na pequena igreja com fé oraram
No tempo a Santo António a passaram
Agora em ruínas despida de virtude
 
E a glória ao mártir herói português
Preso pelos infiéis até à morte em Fez
Esqueceram desprezando belas verdades
 
Mas já Luís de Camões dissera sabiamente
Em versos geniais talhados divinamente
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 17:55

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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2015

MILAGROSO SEDATIVO

Quando se infiltra nos corações o amor
Com suavidade com ternura
A embebê-los de sublime ventura
Ante ele se rendem e ajoelham com ardor
 
Sentimento que os enlaça sedutor
E genuíno dentro deles perdura
Aliviando os momentos d'amargura
Que os corações fustiga com a dor
 
Amor é milagroso sedativo
Que os corações absorvem dia a dia
Doce e ameno curativo
 
A gerar felicidade, alegria,
A dar à vida incentivo
Que ânimo nos corações cria
 
            João M. Grazina (Jodro)
 
publicado por CAMAGE às 11:47

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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2015

A VIDA É UMA FARSA

A vida é uma farsa bem interpretada
Pelas pessoas que umas às outras se enganam
Mentindo verdadeiras se proclamam
Sorrindo com impavidez descarada
 
De maneira mesquinha depravada
A fingir que se querem que se amam
Mas os corações de aversão se inflamam
Que escondem com gentileza disfarçada
 
E assim, na vida as pessoas se comportam,
Em fraudulência permanente
Com o mal que originam não se importam
 
É-lhes absolutamente indiferente
Estão a farsa da vida como gostam
A interpretar cínicamente
 
            João M. Grazina (Jodro)
 
 
publicado por CAMAGE às 22:04

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