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Sexta-feira, 31 de Julho de 2015

DESVAIRADO

Sinto o coração triste, desolado,
Solidário com a dor que em mim germina
Que me magoa e desanima
Ao olhar o Homem desvairado
 
Contra a razão empenhado
A tendência para o mal o alucina
E em erro crasso assim caminha
Em delírio pelo mal embrenhado
 
E medito deveras entristecido
A observar esta verdade aberrante
Que o Homem segue definido
 
Em que para ele o bem não é relevante
Será que da Terra foi abolido?
Interrogo incrédulo, hesitante
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:15

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VERDADE INCONTESTÁVEL

Ao Homem nem sempre sorri a vida
É uma verdade incontestável
Tanto aparece brusca como afável
Repleta de abrolhos ou florida
 
Age imponente definida
Sem se importar ser áspera ou agradável
Razão do seu proceder instável
Nuns dias sorri noutros está entristecida
 
E anda o tempo a passar
Com o Homem nela envolvido
Que não apreende a sua maneira de estar
 
A deixá-lo confuso surpreendido
Que ora o acarinha para o animar
Ora lhe ralha sem fazer sentido
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:44

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Terça-feira, 28 de Julho de 2015

ABSOLUTA

A vida é deveras complicada
Porque a complica toda a gente
Mal ou bem ninguém está contente
É a conversa generalizada
 
E dizem sim ou não por tudo e por nada
Sem meditarem na razão evidente
Que as lastima impaciente
A olhá-las algo enfadada
 
E há a convergente e a divergente
Em qualquer coisa a debater
A que se é ou não aderente
 
E assim as diferenças no querer
Dispersas pelas pessoas naturalmente
Mas a razão é absoluta doa a quem doer
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 22:10

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A TERRA

A Terra, deslumbrante, linda,
Trajada pela Natureza
Com primorosa beleza
De encanto que não mais finda
 
De exuberantes florestas a brinda
E rios por ela correndo com ligeireza
Plenos de naturalidade de pureza
A formá-la mais bela ainda
 
Mãe de tudo o que nasce e se cria
Que ao Homem oferta generosa
A dar-lhe felicidade no dia a dia
 
Iluminada p'lo Sol fica esplendorosa
A semear por toda a parte alegria
Mãe carinhosamente zelosa
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:25

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2015

TUDO NA VIDA É EFÉMERO

Em pensamentos meus me embrenho
Com a passada juventude em mente
Que já foi minha absolutamente
Agora, dela, já nada tenho
 
Que muitas vezes a recordar venho
Co'o coração a palpitar saudosamente
Passado, para mim sempre presente,
Que a ele enlaçado me mantenho
 
E não me pára o pensamento
A correr sem canseira de seguida
Cativo ao juvenil  momento
 
Sem dúvida a idade mais querida
Que não mais volta e causa sofrimento
Mas tudo é efémero na vida
 
            João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 22:06

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COM FELICIDADE

Tenho a felicidade de morar
Na rua do meu prosador adorado
Camilo Castelo Branco génio sagrado
Com brilhante prosa ao Homem a legar
 
Sofro em Camilo a meditar
P'lo infortúnio  perseguido, massacrado,
No amor com Ana por alguém contrariado
A originarem-lhe doloroso penar
 
Tenaz lutou contra a adversidade
Co'a pena seu arado belos sulcos a tecer
Mas o destino chispando ferocidade
 
O cegou para não mais escrever
Descrente da vida se imolou, cruel verdade,
Orgulho-me da minha rua seu nome ter
 
            João M. Grazina (Jodro)
 
 
 
publicado por CAMAGE às 18:36

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VERDADE E FANTASIA

Meus versos, sementes de verdade
E de fantasia à mistura
Onde a felicidade e a amargura
Se intercalam, ora bem ora adversidade
 
Pois que a vida é uma variedade
De coisas boas e más em desenvoltura
Que me alegra ou tortura
Por ou contra minha vontade
 
Versos da verdade a esculpir
E fantasia da minha imaginação
Que me entristecem ou fazem sorrir
 
Passado e presente que em mim estão
A minha vida o meu sentir
A palpitarem-me no coração
 
           João M. Grazina (Jodro)
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por CAMAGE às 11:37

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POESIA DOCE COMPANHEIRA

Poesia minha doce companheira
A ti me prendo a ti me abraço
Com muita ternura te enlaço
Com versos, tu m'encantas linda feiticeira
 
Que imagino e escrevo sem canseira
bem concebidos ou não p'ra ti os faço
Por vezes a talhá-los me embaraço
Mas tu me animas sentada à minha beira
 
E olhas-me e falas-me de mansinho
No amor, no ódio, na desgraça e na sorte,
Assim me ajudando com carinho
 
Para que a inspiração de mim se solte
E ficamos juntos no mesmo caminho
Até que me desvie de ti  a morte
 
          João M. Grazina (Jodro)

 

 

publicado por CAMAGE às 11:04

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