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Sábado, 30 de Julho de 2011

GRATAS CANTANDO

 
Duas esbeltas aves acasalando
Enlevadas foram o ninho construir
Em linda acácia d'amarelo a florir
Que as acolheu, com elas se solidarizando
 
Que sensibilizadas lhe foram cantando
Melodiosas canções para ela ouvir
Bela maneira de lhe exprimir
Gratas, o favor que lhes está prestando
 
Excelsa pintura da Natureza
Plena d'amor sublime de beleza
Que o Homem nunca conseguirá  igualar
 
Mimosa dando abrigo às aves com amor
Elas felizes cantando-lhe com primor
Ensinando ao Homem como é amar
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 19:59

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Sábado, 23 de Julho de 2011

MENTES ADULTERADAS

Olhe-se as pessoas em frenesi vivendo

P'la ambição arrastadas

Com as mentes adulteradas

Nem reparando nas que estão sofrendo

 

Só seu egoísmo satisfazendo

Só p'lo seu bem dominadas

Mas dizendo das mais infelizes, coitadas!

Verdade nelas não havendo

 

Como se estas tapassem a fome

Às que esta cruamente as consome

Mas qu'o egoísta clama fingidamente

 

Dizendo-as sem as sentir

Só p'ra ante todos se definir

Como pessoa qu'a desgraça sente

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:14

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Sábado, 16 de Julho de 2011

A DESGRAÇA IMPÕE TRISTEZA

A tristeza um homem invade

Quando a desgraça o flagela co'a dor

Ao levar-lhe na morte o grande amor

Que era a essência da sua felicidade

 

E a descrença lhe domina a vontade

De viver com entusiasmo, com ardor,

É-lhe a vida como noite sem alvor

Onde não desponta mais a claridade

 

Doloroso se lhe transforma

O destino que ventura previa

Ah! Tantas vezes o belo se disforma

 

As cores debotam perdendo a alegria

A felicidade tem por norma

Ir de passagem quase sem estadia

 

           João M. Grazina (Jodro) 

 

publicado por CAMAGE às 15:51

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Sábado, 2 de Julho de 2011

DESPOJADO DE ALEGRIA

Olho o céu que de azul queria

Mas de nuvens está toldado
O que me deixa algo magoado
Que rogo a Deus não seja todo o dia
 
Porque me despoja de alegria
Mas a Natureza tinha destinado
Até à noite chuva e vento desalmado
E assim o lindo céu azul não via
 
Foi a Natureza omnipotente
De quem insatisfeito maldigo
Que ordena  e manda em toda a gente
 
Tantas vezes a impor castigo
Sem razão, inexorável, renitente,
Que também assim procedeu comigo
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:47

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