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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

MEU POETA CORAÇÃO

 
À noite quando já o sono afronto

Deitado na minha cama

A poesia docemente por mim clama

E versos com o coração apronto

 

Porque nos abraçamos de pronto

A escuridão da noite é nossa chama

Que nos ilumina nos inflama

Ele diz-me versos que na mente aponto

 

E ficamos horas acordados

P'la arte poética dominados

Idealizando-a com amor e devoção

 )        

Vencido p´lo sono acabo por adormecer

Orgulhoso por dentro do meu peito ter

Um sensível poeta coração

 

            João M. Grazina (Jodro

publicado por CAMAGE às 11:13

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Domingo, 15 de Maio de 2011

É PARA TODOS MINHA POESIA

Minha  poesia é para semear

Pela Terra por toda a gente
Desde o rico ao indigente
Pelas crianças por aí a desabrochar
 
Procurando com esmero engendrar
Até onde minha alma pode e sente
Da minha imaginação dela pendente
Versos todos ao amor a sensibilizar
 
E os poemas que vou forjando
Dentro da alma em fogo brando
Que tento dar a forma do enternecer
 
São meus desejos em ansiedade
De ver triunfar a Humanidade
Com o amor sobre o ódio a prevalecer
 
              João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 10:43

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Domingo, 8 de Maio de 2011

PERTURBADO O CORAÇÃO

 

Quando o amor no coração entra

Logo o deixa perturbado
A vibrar intenso, apressado,
Em delírio se desorienta
 
Fazer pará-lo não se tenta
Já que fortemente desejado
Pela felicidade acalentado
Que no peito explodir aparenta
 
O coração pleno d'amor é belo
Porque verdadeiro, sincero,
A fervilhar com doce ardor
 
Não mais se cansando de gostar
De quem mais apressado o fez andar
Quando o invadiu sedutor
 
            João M. Grazina "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:33

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

NEGRA VERDADE

 
Acontece-nos negra verdade

Enquanto deambulamos pela vida

Que é perdermos a mãe querida

Que a morte nos roubou sem piedade

 

Que nos ensombra a felicidade

Tão desejada, apetecida,

E a morte de crueza vestida

Rejubila, empanturrada de maldade

 

Não ver mais nossa mãe desola-nos a alma

Flagelada por crudelíssima dor

Que a torturar-nos jamais se acalma

 

Ao levar-nos tão sublime amor

Que nos acariciava a falar-nos com calma

Sem ela ficamos ao frio sem o seu calor

 

            João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 17:51

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