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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

PLANTA SOLITÁRIA

 

Apenas uma planta germinava

Por todo aquele campo desolador

E no alto do caule uma flor

Que surpreendentemente vicejava

 

O amarelo inebriante brilhava

Porque era amarela a sua cor

Como pequeno sol em fulgor

Que dourado belo irradiava

 

Deslumbrado olhava a flor linda

Que também me olhava com graça infinda

Uma amizade natural nos atraía

 

Passei a ir vê-la p'ra não se sentir só

Por solidariedade e não por dó

Sinto-a feliz com a minha companhia

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 20:46

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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

DESOLAÇÃO DUM PASSARINHO

 

 Não corras tanto ribeira

Segue  brandamente teu caminho

Para escutares o passarinho

Que te vê passar ligeira!

 

Que te canta com suave maneira

Linda canção com carinho

Para isso construíu o ninho

Numa árvore à tua beira!

 

Naturalmente a pensar

Que por certo te vais esgotar

Correndo com tal sofreguidão

 

Tristemente desolado

Por calma não teres escutado

Sua melódica e terna canção

 

          João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:56

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

MEU LIVRE PENSAMENTO

 

   Uma andorinha velozmente voava

Lá bem no alto do céu ilimitado

E eu por esse voo atraído, fascinado,

A esbelta ave sem canseira olhava

 

Seu voar fantasioso me encantava

E ambicionei como ela ter voado

Mas esse dom era-me p'la Natureza vedado

E assim, só admirá-la me restava

 

Mas porque é livre o pensamento

O meu subiu no alto do firmamento

Foi co'a andorinha o espaço sulcar

 

E fui feliz nesse instante

Com o coração vibrando delirante

A ver meu pensamento a voar

 

            João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 18:18

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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

OBSERVANDO, INTERROGO MEU PENSAMENTO

 

 Passam pessoas, p'la rua andando,

Umas vagarosas, outras mais apressadas,

Umas falando, outras caladas,

Olhando-as, fico atento observando

 

Noto algumas, o rosto crispando,

São as mais pobremente trajadas

De aspecto triste, preocupadas,

Sua pobreza por certo amaldiçoando

 

Interrogo apreensivo meu pensamento

Desta veemente desigualdade

De uns, só ventura, de outros, só tormento,

 

Responde-me pleno de verdade

Sensato, sem constrangimento,

A sorte é que manda na Humanidade

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 11:48

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

MAR E AREIA CASTAMENTE SE ENLAÇAM

 
O mar a areia afaga indolente

Enleia-se nela suave amoroso

Entoando-lhe enlevado carinhoso

Linda trova em tom fremente

 

E oferta-lhe sublime presente

Magnífico manto prateado espumoso

Que a cobre leve vaporoso

Que ela traja extasiada de contente

 

Ternamente se beijam se abraçam

E à noite castamente se enlaçam

Olhando deslumbrados a lua cheia

 

Diva de divina alvura

Sua branda luz os acarícia com ternura

E com lindo sorriso os mimoseia

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 18:54

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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011

A DOCE ILUSÃO DA VIDA

 

 A vida é doce ilusão em que vivemos

Mesmo que nela sofrendo
Mesmo dela só mal nos cabendo
Viver a todo o custo queremos
 
E ainda qu'a morte desejemos
Em momentos de infortúnio sucedendo
Se há indícios da morte aparecendo
Da ter desejado nos arrependemos
 
A vida é nascer, crescer e definhar,
No tempo com o entardecer
Mas ternamente a pensar
 
Qu'a nós jamais irá acontecer
Mas acabamos todos por soçobrar
Qu'a vida é nascer, penar e morrer
 
            João M. Grazina (Jodro) 
publicado por CAMAGE às 18:08

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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

COM SIMPLICIDADE

 

Imagino minha poesia com simplicidade

No papel cor da paz a vou lavrando
Penso que é a vida simplificando
Que melhor se alcança a felicidade
 
Mas por ironia há a adversidade
Sobre o que vou filosofando
Porque noto muitas pessoas se mascarando
De pedantismo, insolência, vaidade!
 
O Homem a simplicidade não segue
E mágoa profunda em mim se ergue
Qu'origina retrair-me em meus pensamentos
 
Meditando naquela boa e simples gente
Qu'os pedantes olham repugnantemente
Como se tinhosos ou lazarentos
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:24

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Sábado, 2 de Abril de 2011

PRESO AO BULÍCIO DAS AVES

 

 

 Da varanda olho aves em movimento

A esvoaçar por todo o lado

Pousando nas árvores, no telhado,

Nos arbustos agitados pelo vento

 

Se faço um gesto logo as afugento

O que me deixa algo desolado

Por imprudência as ter assustado

Decepção de que me lamento

 

Mas há sempre mais aves a chegar

Num interminável bulício d'alegria

É um vai e vem a não mais findar

 

E fico meditando como gostaria

De ter o privilégio de como elas voar

Para juntar-me a tão alegre companhia

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 19:55

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