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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

INADAPTAÇÃO

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 Morre uma pessoa e fica a saudade

Nos que lhe queriam infindo bem
Horrível desventura qu'a vida contém
A torturar com crueza a Humanidade
 
É o acontecer com naturalidade
Eternamente não vive ninguém
A Natureza é mal e bem
Que semeia plena de verdade
 
Inexoravelmente está destinado
Que tudo o que nasce na Terra tem fim
Que não é pelo Homem assimilado
 
Pois s'alguém lhe morre chora em frenesim
À verdade da morte inadaptado
Sabendo que foi e será sempre assim
 
            João M. Grazina (Jodro) 
publicado por CAMAGE às 18:48

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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

A PRIMAVERA SOL A DEUS ROGOU

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 Densas nuvens o Sol taparam

Escurecendo toda a Terra
E ficou triste a Primavera
Quando as flores se fecharam
 
As lindas pétalas se acamaram
Ficando desoladas à espera
Do Sol que de beleza as descerra
Que as nuvens cruelmente lhe roubaram
 
E a Primavera sol a Deus rogou
De ver as flores tristes não se conformou
A razão de a Deus rogar os seus favores
 
Também Deus as flores abertas gostava d'olhar
Com vento forte arrastou as nuvens p'ró mar
Que não mais taparam o Sol às lindas flores
 
            João M. Grazina (Jodro) 
publicado por CAMAGE às 21:31

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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

A RAZÃO DOS MEUS TRISTES POEMAS

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 Num já distante dia sem me aperceber

Subtil entrou-me no coração a poesia

Nele ficou a morar e me influencia

Desde aí e poemas passei a conceber

 

Que no papel me dedico a escrever

Repassados de melancolia

Pois neles não pode haver alegria

Quando vejo crianças e velhos a sofrer

 

As crianças por esse mundo desamparadas

Pela adversidade fustigadas

Sem apreenderem o seu fatal destino

 

Os velhos marginalizados por alguém

Que apregoa aqui e ali que lhes quer bem

Mas deles se livra, desvia do seu caminho

 

             João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:16

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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

DESENCANTO

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Minha vida foi o que tinha de ser

O que me estava destinado já fiz

Bem ou mal não foi o que desejei ou quis

A vida nem sempre é o nosso querer

 

Ela corre dominada pelo acontecer

A sina dum homem tem uma directriz

Infalível que actua e nada diz

Que jamais alguém conseguirá torcer

 

E assim passei sem certezas definidas

Na vida, como passam todas as vidas,

Por imprevistos trilhos de riso ou pranto

 

E acabei com mágoa por soçobrar

Sem nada do que idealizei alcançar

Desiludido, em frustrante desencanto

.

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 15:33

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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

PERVERSO

 

O animal mais perverso na Terra

É o Homem, incontestável verdade,

Egoísmo, cinismo e vaidade,

Em profusão de si descerra

 

Desprezíveis sentimentos que venera

Pelo infeliz falho de afectividade

Falando com tédio da solidariedade

Que abomina e até o exaspera

 

E ostentando o egoísmo por norma

O cinismo por costume

E porque também de vaidade se forma

 

Que com petulância assume

Em perversidade se transforma

Expelindo dos olhos chispas de azedume

 

             João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:23

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Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

NATURALIDADE

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Cada um tem que se resignar

Com o que lhe traçou o destino

 Que começa logo que menino

 Na Terra aparece p'rá vida começar

 

De imediato por ela a vaguear

Crescendo-lhe o corpo e o raciocínio

E deixa de ser pequenino

Para em plenitude a homem passar

 

Mas sempre pelo destino subjugado

Sem se aperceber dessa verdade

Por ele querido ou desprezado

 

Que ora lhe dá ora lhe tira felicidade

Tal anjo bom ou demónio malvado

Pleno de naturalidade

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:19

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