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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

NATUREZA ABSOLUTISTA

 

 É absolutista a Natureza

Em tudo manda com sobranceria

 Por vezes mesmo com tirania

 Desprovida de senso de justeza

 

Obriga-nos a viver na incerteza

Pois que no bem e no mal varia

Ah! Se fosse só bem que bom seria

Mas impossível tudo o que se deseja

 

Natureza que absolutamente

O vasto Universo domina

Na Humanidade diligente

 

Pessoas talha e à vida destina

Que controla e subjuga omnipotente

Se a uns dá vida noutros a extermina

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 16:31

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Sábado, 22 de Janeiro de 2011

IMPOSSÍVEL DESEJO

 

 Ah! Poder dominar a Natureza

 Era o meu desejo profundo

 Para obrigá-la a abolir do Mundo

A desgraça que só gera tristeza

 

E repreendê-la com firmeza

Quando procede mal, sobretudo

Ao matar inocentes seres e destruir tudo

Com requinte de cruel dureza

 

Mas não! Sou p'la Natureza dominado,

Tal como tudo o que na Terra existe

E o semblante contraio desesperado

 

Ao vê-la que no mal persiste

E tombo ante seu poder desanimado

Com o coração chorando triste

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 16:44

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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

BELA MAS INCERTA

 

 É incerta a felicidade

Tanto de nós se aproxima como se afasta

 E sua ausência de tristeza nos trespassa

 Nos deprime e mortifica de saudade

 

Vagueia p'las vidas em louca disparidade

A umas longamente se abraça

A outras levemente toca com sua graça

E a demais gente sorri com raridade

 

A felicidade é aprazível

Nos enlaça bela carinhosa

Ao amor nos alicia sensível

 

Divinamente cheirosa

Que aspiramos o mais possível

Como ao perfume de uma rosa

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 12:10

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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

OBSTINADO

 

 O grande mal do ser humano

 É julgar que tudo sabe sem o saber

Pondo-se a gesticular a discorrer

 Em aberrante e grotesco engano 

 

Genuíno idiota insano

Com insensatez  a proceder

Por norma a razão a inverter

Disso se vangloriando ufano

 

E presunçoso julga ter mais valor

Que tudo o que à sua volta vegeta

E falho de senso e de pudor

 

A razão da vida não interpreta

E segue obstinado ao sabor

De caprichos, talvez a julgar-se profeta!

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:11

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Sábado, 8 de Janeiro de 2011

O LABIRINTO DA VIDA

 

 É indecifrável labirinto a vida

Por onde caminhamos perdidos

Com miríades de diabólicos sentidos

Sem sabermos qual nos leva à saída

 

E com a sapiência vencida

Vagueamos deveras confundidos

P'lo labirinto da vida indefinidos

E aí, ficamos sem rumo à deriva

 

E, imprevisível destino seguimos,

P'lo labiríntico caminho a andar

Aqui nos levantamos além caimos

 

Sem a ambicionada saída encontrar

E morremos sem conseguirmos

O labirinto da vida decifrar

 

           João M. Grazina (Jodro)

 

                                                                                                                                                 

publicado por CAMAGE às 16:10

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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

TEU RETRATO MINHA MIRAGEM

 

Falo para ti tristemente

Olhas-me mas não me dizes nada

É o teu retrato mas em minha mente

Tu estás viva mãe amada

 

Imagino-te no espaço, teu além,

Deambulando no meu abstracto

E quando já cansada mãe miragem

Vens descansar no teu retrato

 

E eu fico preso na tua imagem

Que contemplo meditando

És verdade, não és miragem,

Ardentemente queria, assim vou sonhando

 

Nele vejo teu semblante magoado

Mas sem transparecer sua dor

Humilde, belo, iluminado,

A pedir a todos somente amor

 

E numa mágoa que me transcende

Me dilacera e fere sem fim

Brado a Deus omnipotente

Dá-lhe vida! Trá-la para mim!

 

E choro-te com saudade

Penso nos tempos que p'ra mim sorriste

Olho-te, já não és de verdade,

És somente o meu sonho triste

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:33

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