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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

SEM CONSOLAÇÃO

 

Aquela mãe para sempre infeliz

Carregada de pesado luto

Foi o destino austero de modo abrupto

Ao levar-lhe o filho amado que assim quis

 

No cemitério onde foi enterrado

Diz na campa onde dorme eternamente

Soldado português valente

Em guerra morreu pelo país adorado

 

Todos os dias p'ró cemitério passava

A infeliz mãe chorando cruciante dor

Junto à campa o velava com amor

Como quando pequenino seu sono olhava

 

E cobria-lhe a campa enternecida

De flores brancas à paz a rogar

Infeliz mãe de negra cor vestida

Sem a mágoa conseguir suportar

 

E um dia, desolada sem consolação,

À campa do filho louca se abraçou

Até deixar de lhe bater o coração

E p'ra sempre ao filho amado se juntou

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:45

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Domingo, 26 de Setembro de 2010

O NEGRO MANTO DA MORTE

A morte, à vida tira a beleza,

Quando as pessoas mata sem piedade

Que viver queriam com felicidade

No amor, a contemplar a bela Natureza

 

Com flores abrindo com delicadeza

Aves cantando, rios correndo em liberdade,

E árvores crescendo com vivacidade

Por todo o campo com presteza

 

Mas a morte ufana de prazer

Rindo-se do choro e do pranto

Das pessoas que não aceitam morrer

 

Porque à vida querem tanto

Mas a cruel morte contrariando tal querer

As asfixia com seu negro manto

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 15:22

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Domingo, 19 de Setembro de 2010

MINHA MÃE, SEMPRE MEU ALVOR!

 

 Às vezes apetece-me chorar

 E choro no meu interior

 Quando sem remédio penso no amor

Da mulher que jamais deixei d'amar

 

A morte a formou a cirandar

No espaço celeste, sempre meu alvor,

Em espírito divino que com amor

Me olha e eu pressinto o seu olhar

 

Não a vejo fisícamente

Mas meu instinto pressente

Qu'ela me rodeia, me beija de mansinho,

 

E meu chorar se converte em riso

Porque seu espírito em mim diviso

E abraço delirante de carinho

 

            João M. Grazina (Jodro)

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                            

publicado por CAMAGE às 16:20

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Domingo, 12 de Setembro de 2010

PORTALEGRE, MEU ENCANTAMENTO!

 

  

 

 1Portalegre em meu ser a recordar

 O encanto com que p'las suas ruas deambulei

Quando nas horas livres a folgar

Da missão obrigatória de militar

  Que em Caçadores Um desempenhei

 

 Sedutora a impulsionar docemente

Meu sensível coração com a saudade

Dos tempos em que embevecidamente

Olhava a sua Sé magnificente

O Castelo, relíquia da antiguidade

 

Subindo S. Mamede a sua serra

A ficar na Fonte dos Amores enlevado

Na beleza que dali se descerra

Contemplando o Alentejo, a sua terra,

A deixar-me deveras deslumbrado

 

O alto monte da Penha avistando

Nossa Senhora na alta encosta mora

E da sua casa vai velando

 P'lo bom povo portalegrense e orando

 Por ele a Deus e com que carinho Ela ora

 

  E no cume, na maior altitude,

 Singela cruz parecendo em redor olhar

Braços abertos em pacífica quietude

 Repleta de solicitude

 A cidade e o seu povo a abençoar

 

 José Duro seu filho genuíno

Grande poeta, que flor ainda em botão,

Mas já poesia a desabrochar divino

A negra morte levou quase um menino

Quando era feito de poesia seu coração

 

 Portalegre de José Régio querida

 O professor, escritor e poeta genial,

Olhando a Natureza de forma sentida

A cantar a sua acácia florida

E os poemas que o tornaram imortal

 

Portalegre de José Régio amada

Seu encanto natural o fascinou

E sua alma bela sensibilizada

Seu saber lhe deu sem exigir nada

 Um museu, seus amados cristos lhe ofertou

 

             João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 10:42

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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

O DESTINO SUBJUGA A HUMANIDADE

 

 Pobre Humanidade, será sempre assim!

Enquanto uns riem outros choram

E uns blasfemam outros oram

Também, tudo isso existe em mim!

 

Rir, chorar, blasfemar, orar é um fim,

Para exprimir o que imploram

Quando se alegram ou desolam

Nossos sentimentos em frenesim

 

Pobre Humanidade sublevada

Contra o destino qu'a mantém subjugada

Sem jamais dele se poder libertar

 

Também eu vou compondo minha poesia

Mas o destino inchado de ironia

De génio poético não me quer talhar

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 11:09

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