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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

RETALHOS DE POEMAS

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Meus poemas na gaveta inacabados

Lembram-me veleiros sem velas

Arrastados pela fúria das procelas

Nos escolhos inertes, naufragados 

 

A um canto aguardam p´ra serem terminados

Mas não encontro palavras belas

Para no papel escrevê-las

Com os dotes poéticos desejados

 

Talvez porque frágeis os temas

Dos débeis retalhos de poemas

Que por certo não mais irei acabar

 

Abortos da minha imaginação

Impulsos incompletos do coração

Que ao não mais bater alguém irá rasgar

 

             João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 10:27

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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

ENCANTO NATURAL

Um ribeiro nasce na serra

Por ela desce  murmurante cristalino

Em sua margem nasce pequeno caprino

Do ventre da mãe cai docemente na terra

 

O monte de verde erva se cerra

Onde irão comer a mãe e seu pequenino

Do ribeiro beberão com o sol a pino

Quando a sede mais desespera

 

Toda a encosta vegetando, em flor,

A beleza a todo o campo se aferra

Do nascer do sol até ao sol pôr

 

Melodia no espaço p'las aves se gera

E o pastor e a serrana completam com amor

A natureza paradisíaca da serra

 

            João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 17:59

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Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010

SORTE ADVERSA

Quando um homem não tem sorte

No trilho da vida com ela não caminhe

Lutará malogrado até à morte

Sem que a sorte jamais o acarinhe

 

Rogando pragas e lamentações

Únicas dádivas que a vida lhe consente

Caminhará sempre aos tropeções

Penosamente contra a corrente

 

Não conseguindo interpretar a razão

Das suas adversidades  e desgraças

Rogará à sorte como em oração

Por favor, mais mal não me faças!

 

Desanimará a todo o momento

Vergado à beira do seu trilho

Chorará ainda que dele para dentro

E a sorte gargalhará em chorrilho

 

Que inchada de prazer e de maldade

Olhando o seu penar, o seu sofrer,

Sibilará julgando-se a verdade

Sofre, sofre sempre, é o meu querer

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:45

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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010

ABRAÇADO À ESPERANÇA

Amargura-me a Humanidade

Na qual não incluo a criança

Incerteza mas me abraço à esperança

Que quando adulta já só traje a verdade

 

Que não vislumbro nesta era, nesta idade,

Onde o Homem mente com perseverança

Adulterando a vida sem repugnância

Em imperfeita racionalidade

 

Assim, nas crianças a meditar me embrenho,

Ao vê-las para a escola a passar

E a esperança nelas mantenho

 

Para meu sequioso coração alegrar

E os livros que estudam com empenho

As forme puras a verdade a sagrar

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:04

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