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Terça-feira, 29 de Junho de 2010

AVE QUE ME EXTASIOU COM SEU VOAR

  Uma ave o espaço sulcava

Asas compridas, peito amplo, forte,

E rumava em direcção ao norte

 A vê-la voar imponente me extasiava

 

Em imaginação com ela voava

Como se tivesse do voar o seu dote

Mas ficava reduzido à minha sorte

E só devanear me restava

 

Admirava sem canseira o seu voar

Com as grandes asas a dar a dar

E o Sol a matizava com resplendor

 

Sobre um fundo azul celeste

Que se expandia p'ra sul, oeste, norte, leste,

A Natureza irradiando luz e amor

 

            João M. Grazina (Jodro)           

publicado por CAMAGE às 18:11

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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

CONCESSÃO DA MORTE

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  A morte concede o moral direito

Ao Homem quando sua vida findar

A homenagem e o respeito

De pessoas seu corpo velando a chorar

 

Umas choram com desgosto sincero

Outras com desgosto por definir

E Deus omnipotente olha e austero

Nota muitas chorando a fingir

 

As que vertem lágrimas sentidas

São as que o morto já desperta saudade

As indulgentes de bondade definidas

Transparentes de amor, de verdade

 

As que vertem lágrimas por emoção

Porque o momento é dramático, triste,

São frágeis, são a indefinição,

Só debilidade nelas existe

 

As que vertem lágrimas fingidas

O acto é puro prazer, entretenimento,

Suas mentes baixas, enegrecidas,

Vão falando do alheio a passar o tempo

 

O morto não as ouve, dorme no caixão,

Um sono que nunca mais vai acabar

Pessoas em seu redor com e sem comoção

Poucas penando, muitas sem penar

 

Tanto cinismo, falta de sentimento,

Tantos corações mal formados, tortos,

Esquecem que também terão seu julgamento

Porque também um dia serão, mortos

 

E revoltas em mim comprimidas

Ao ver tanta farsa, tanto fingimento,

De falsas lágrimas p'los dedos espremidas

Entristecem meu coração, meu pensamento

 

Que pressentindo a extremosa

E desejada presença de Nosso  Senhor

Rogam-lhe em prece fervorosa

Meu Deus, converte-as ao bem, ao amor

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:01

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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

VIVEMOS SOLIDÁRIOS, EU E MEU CORAÇÃO

 

  Ficamos cismando muitos momentos

Solidários, eu e meu coração,

E falamos com inquietação

No Homem e seus desregramentos

 

Trespassados por tormentos

Por ver o mal que com sofreguidão

O Homem trilha  em louca perversão

Nos mais repugnantes desvairamentos

 

E carinhosamente abraçados

No mesmo sentir irmanados

Seguindo felizes pelo vitupério

 

E assim caminha o Homem diligente

Impiedosa  e insensatamente

Para onde! É o grande mistério

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 11:36

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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

POESIA...DEUSA DA MINHA DEVOÇÃO

 

 

 Ó Deusa da minha devoção

Que subtil em meu ser te infiltraste

E meigamente te apoderaste

Do meu singelo coração

 

Ó Deusa da minha adoração

Que com tua essência me inundaste

E com sua chama me inflamaste

Ardendo agora p'ra ti com dedicação

 

Deusa divina poética do amor

Pode ser fantasia minha em ardor

Cognominar-te assim, em frenesim,

 

Rendido, a teus pés me ajoelho enlevado,

E te olho, em ti cismo inebriado,

Tu és um ídolo adorado por mim

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 21:44

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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

REPAREI EM TI P'LO TEU CHORAR

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Tinhas linda fita amarela

Teu cabelo lourejante a circundar

Reparei em ti p'lo teu chorar

Pequenina, bonita, bela

 

Meditei como em linda aguarela

Gostaria Murillo de te pintar

Ardentemenre a sublinhar

Teu rosto choroso de tagarela

 

De todas as crianças em suas telas

Tu serias o mais belo anjo de candura

Terias a mais linda das fitas amarelas

 

Teu chorar o de mais ternura

Tuas cristalinas lágrimas seriam pérolas

A brotar da sua excelsa pintura

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:54

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Domingo, 6 de Junho de 2010

MALMEQUERES ME DESPERTARAM AMOR

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 Ao campo malmequeres fui colher

De pétalas brancas caules em tom verdoso

Para contente e carinhoso

A uma linda mulher oferecer

 

Que se prendeu encantada a ver

O lindo molho de flores vistoso

E eu ternamente orgulhoso

O coração mais célere a bater

 

O amor é cristalino, singelo,

A menor banalidade o torna belo

Sentimento que nos toca divinal

 

É assim como inocente criança

Sem maldade na vida plena d'esperança

Como o azul do céu sublime, natural

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 15:57

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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

O COMBOIO DE ANTIGAMENTE

 

 O comboio de antigamente

Era a lenha e a carvão

Tinha um apitar estridente

Que avisava toda a gente

Quando chegava à estação

 

Onde entrava ruidoso

Fazendo grande fumarada

A lembrar monstro fabuloso

Que tudo tragava furioso

Tal fera pré-histórica depravada

 

E logo que a partida acontecia

Apitava avisando que ia partir

Sem reparar na tristeza ou alegria

Que pelos rostos se repartia

Insensível ao chorar ou ao rir

 

Uns faziam adeus das janelas

Outros do cais onde ficavam a acenar

E o gigante abria ávido as goelas

E carvão ou lenha passavam por elas

Dando-lhe brutal força p'rá carga levar

 

E a sua grande chaminé da combustão

Expelia faíscas, cinzas e negro fumo,

Lembrando activo e temível vulcão

E ribombava como atroador trovão

Tomando lento o destinado rumo

 

No seu ventre bancos de tosca madeira

Ao conforto indiferente

Para os que viajavam em terceira

Melhor para os de segunda e primeira

Era o comboio de antigamente

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:16

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

PRINCESA LUSITANA

 

 

Em tempo remoto esbelta princesa

Por Vendas Novas passou sorridente

 A felicidade levava na mente

 A esperança no coração acesa

 

 Princesa bela aldeia beleza

Se beijaram carinhosamente

E uma ficou e outra partiu diligente

Para um destino que feliz se almeja

 

A esbelta princesa se transformou

Em deslumbrante rainha de Espanha

Para isso por Vendas Novas passou

 

A florescente aldeia em lida insana

Triunfante a cidade se elevou

E é, linda princesa lusitana

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:44

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