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Domingo, 18 de Abril de 2010

PORQUE EM TI NASCI

 

 

 

Planície alentejana repleta de plantas

Em suas hastes desabrochando lindas flores

Ao sol incandescente multicolores

Os olhos que te contemplam encantas

 

Porque em ti nasci não me espantas

Com tua beleza de diversos sabores

Pois temperado fui aspirando esses odores

A eles fiquei preso, do teu amor não me cansas

 

Os verdes depois amarelos trigais

O passaredo voando pelos sobreirais

Entoando belos cantos melodiosos

 

Soa também a rola cantando mansamente

E o cuco algo mais estridente

Planície, sinfonia de tons amorosas

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:08

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

HÁ LÁ MAIOR TORTURA!

 

 

 Morre uma mãe e com amargura

 Fica um filho por ela a chorar

Pois não mais a vê não mais o vem beijar

Não mais o olha com infinita ternura

 

Não mais o embriaga com a doçura

Do seu coração para ele a brotar

Ah! Como dói ver uma mãe abalar

Nas asas da morte, há lá maior tortura!

 

Morre uma mãe e acabrunhado

Deixa chorando o filho seu

Que beija, acaricia o rosto já gelado,

 

Que não acredita que foi seu fim, que morreu!

E medita esperançado

Que à sombra de Deus a mãe adormeceu

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:40

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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

DEUS, ARTISTA SOBRENATURAL!

  Por todo o céu estrelas refulgindo

Em noites  cristalinas serenas

 Brancas como se lindas açucenas

 Que no espaço se elevaram abrindo

 

A meiga lua as contempla sorrindo

A que as estrelas retribuem amenas

Umas maiores outras mais pequenas

Todas de igual branco vestindo

 

Conjunto sublime harmonioso

Qu'os excelsos artistas nunca irão igualar

Só Deus! Só Deus artista esplendoroso

 

Divinamente suas obras a talhar

A que imprime um jeito amoroso

Que é amor entre todos a implorar

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:44

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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

NOS CORAÇÕES, SOMENTE AMOR!

 

 

 Andam corações em desavença

Dos peitos parecendo saltar

Porque em ritmo medonho  a palpitar

Espicaçados pelo ódio em malquerença

 

Sem que o amor os sensibilize, convença,

A somente com carinho amar

O atroz ódio da vida para sempre apagar

Da Terra seja banido, desapareça!

 

Ah! Se só amor nos corações coubesse

O ódio jamais neles caberia

Ah! Se só amor nos corações houvesse

 

O ódio jamais neles haveria

Ah! Se só amor nos corações acontecesse

O ódio no vento se dissiparia

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:25

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

CRIANÇAS E FOLHAS EM SOFRIMENTO

 

 

 Tantas folhas caídas pelo chão

Tanta chuva nas folhas a tombar

Tanto vento as folhas a arrancar

Arrastando-as sem piedade sem compaixão

 

Tanta mágoa arrasando meu coração

Por ver as folhas pelo chão a penar

Lembrando-me crianças pelo mundo sem lar

Ao vento à chuva em triste solidão

 

Pobres folhas à chuva p'lo vento arrastadas

Pelos pés de quem passa pisadas

Emitindo um som, seu gemido de dor

 

Pobres crianças desfavorecidas p'la sorte

À deriva sem saberem achar o norte

Seus olhos inocentes a rogarem pão e amor

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:08

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Domingo, 11 de Abril de 2010

MÃES MULHERES

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 Mães mulheres nos ventres a talhar

Obras encantadoras filhos seus

Que enlevadas recomendam a Deus

Em sentidas preces p'ra no bem os guiar

 

De seu âmago desabrocham infindas

Por toda a parte da imensa Terra

Crianças mimosas, cativantes, lindas,

Como se flores em brilhante Primavera

 

As belas obras que logo concluídas

Contemplam deveras emocionadas

E lágrimas felizes p'los olhos vertidas

Nos rostos deslizam sensibilizadas

 

E a tratá-las com esmero se dedicam

Com amor, abnegação em plenitude,

P'las mãos as conduzem por elas se sacrificam

Ao coração as apertam com solicitude

 

Mães mulheres fontes da vida

A brotarem meigamante

Rebentos de gente querida

Que ofertam ao Mundo embevecidamente

 

            João M. Grazina (Jodro)   

publicado por CAMAGE às 20:44

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Sábado, 10 de Abril de 2010

MINHA POESIA É A QUE MEU CORAÇÃO ME DITA

    

 

  Não tem regras minha poesia

Segue fiel os ditames do meu coração

 A ele submissa por afeição

Que meigamente a ampara e guia

 

Não se confrange nem se alia

Aos valores da rica erudição

Do coração ouve os sons que nele vão

São versos que os ligam em simpatia

 

Minha poesia é meu coração a sentir

Nuns o chorar noutros o rir

Onde há o bem e o mal que não se acalma

 

É um sentimento que não defino

É a estrada do meu destino

É riso é pranto em minha alma

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:44

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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

PRIMAVERA, DIVINA MADONA

 

 

 Logo que chega, a Primavera,

Com esmero o campo de flores adorna

E o Sol com ela colaborando as amorna

Com carinho as pálpebras lhes descerra

 

Há exuberância de flores pela terra

Que brotam do âmago da divina Madona

Que subtil aroma das divas flores entorna

P'la planície, p'lo vale, p'la serra

 

Por entre as plantas pelo arvoredo

Pulula em irrequietismo o passaredo

Em deslumbrante e eufórica sinfonia

 

Ninhos, obras primas se dedicam a talhar,

Para neles os filhos com amor gerar

Primavera é poética harmonia

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 19:00

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010

DEUS DIRIGE A NATUREZA

 

  Gosto de olhar no espaço infindo

As nuvens água a verter

Transcende-me mesmo ao ver

Farta água no chão caindo

 

São graças de Deus do céu vindo

Para o Homem incrédulo nele crer

É a Natureza a converter

O que o Homem vai poluíndo

 

São laivos qu'o Senhor, natural

Envia, que a Natureza é divina,

São o seu amor divinal

 

Que incute na Humanidade cretina

Racional, profanada pelo irracional,

Que cumpre de forma abjecta sua sina

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:13

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Domingo, 4 de Abril de 2010

PROTEGE AS CRIANÇAS, SENHOR!

 

 Pobre criança segue p'la rua onde eu vou

Descalça, de frio tiritando,

E a graça de seus pés miúdos vai marcando

Na lama qu'a chuva formou

 

Surpreendentemente assobiou

Uma canção de que se foi lembrando

Como que da sua miséria zombando

Essa condição p'la mente não lhe passou

 

De súbito desatou a correr

Talvez p'ra seu corpo aquecer

Sabe-se lá duma criança o seu pensar

 

E saíu este murmúrio de mim

Meu Deus dá-lhe umas botas para assim

De pés nús na fria lama não andar

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:18

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