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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

ABRAÇADO POR ERVAS E FLORES

 

  Admiro as ervas e as flores

Que à minha volta vegetam

Que com suavidade me penetram

De inebriantes e suaves odores

 

E fico pendente das suas cores

Variegadas, que me deliciam, encantam,

Divinas deusas que me assaltam

Carinhosas a conceder-me seus amores

 

E sinto-me por elas abraçado

Quando à sua beira passo enlevado

Noto que me olham com meiguice

 

E fico cativo no seu encantamento

Em êxtase, em deslumbramento

Como se o paraíso se me abrisse

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:55

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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

OMNIPOTENTE

 

 Morre a noite nasce o dia

Quando o Sol no horizonte aparece

Que ao Homem a Terra alumia

E em simultâneo o aquece

 

E a noite lentamente se esfumando

Deixa a manhã orvalhada

Que o Sol diligente vai secando

De maneira ardorosa mas cuidada

 

Porque pelo campo há mimosas flores

De verdejantes plantas a brotar

A quem dedica os seus amores

E que lá do alto gosta de beijar

 

E sobre a Terra passa imponente

P'lo espaço a cavalgar d'elmo dourado

A noite afastando omnipotente

A dar vida ao dia por ele conquistado

 

Que embeleza, movimenta, aviva,

Com a luz que possante carrega aos ombros

Sem a qual a Terra não passaria d'escombros

Pelo celeste infinito à deriva

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:13

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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

CEGONHA COMO TE INVEJO

 

  Cegonha como te invejo

Quando voas no espaço, imponente,

Sob um céu azul magnificente

E que contentamento em ti prevejo

 

Pressinto que me olhas com motejo

Lá do alto, superiormente,

E eu fico cá em baixo insuficiente

Pois não subo até ti, como era meu desejo

 

Porque queria do alto a terra olhar

Como tu consegues  quando a voar

Ver as ruas, os jardins, o casario,

 

As árvores, os ribeiros a correr

E o Homem em delírio a viver,

Em frenético e insensato desvario

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 17:46

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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

ENSINANDO A PAZ COMPLACENTES

 

Borboleta que encantadora voaBela,

 Bela, de branco vestida

Cor da paz p'lo homem incompreendida

Que em palavras vãs a apregoa

 

Esvoaça como que dançando à toa

Despreocupada, p'las flores enternecida,

Descansando nesta e naquela distraída

As asas lhe semeando amor com feição boa

 

Mas eis que meiga criança apareceu

Com a branca diva se envolveu

Na mais cândida inocência

 

As duas pelo campo dançaram

A paz ao homem ensinaram

Com genuína complacência

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 21:20

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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

SAUDOSAS CEIFEIRAS

 

 No Verão resplandentes e louros trigais

Se avistavam por todo o Alentejo

Bem olho saudoso mas já os não vejo

Belos, imponentes, naturais

 

Nem nas ceifeiras admiro mais

A sua arte de ceifar em exímio traquejo

Nem jamais vou ter o ensejo

De lhes compor simples mas ternos madrigais

 

Delas ficou somente a saudade

Nos corações dos poetas quando a cantar

Sua beleza trajada de rusticidade

 

Com gotas de suor nas espigas a tombar

De seus sublimes rostos em fogosidade

Mas nos corações serão imortais a ceifar

 

            João M. Grazina (Jodro)           

publicado por CAMAGE às 21:24

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Domingo, 25 de Abril de 2010

MEDITANDO NAS ILUSÕES DA VIDA

 

 

  Ilusões da vida eu tive

Ilusões da vida eu tenho

Pateticamente nelas me mantenho

E aí enlevado meu ser sobrevive

 

Desde criança as mantive

E ainda hoje as não desdenho

Ilusoriamente nelas me embrenho

Logo que algum desejo me avive

 

Ilusões da vida...fico a meditar!

Que até morrer serão meu fantasiar

Pura, ingénua leviandade!

 

Devaneios que por minha alma peregrinam

Incertezas, é certo! Mas que me originam

Por momentos fugaz felicidade

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 16:30

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

FASCINANTE

 

Sigo pelo campo sem rumo certo

 Olhando as árvores que por ele abundam

  E demais plantas que de flores o inundam

Com o céu azul formando-lhe divino tecto

 

E o Sol no espaço brilha bem desperto

Aquecendo as plantas que na terra fecundam

E ténues nuvens no vento se transmudam

Tudo originando fascinante aspecto

 

E entra-me no pensamento Deus

E a imaginação que de mim se descerra

Talvez fantasia, devaneios meus,

 

Foi Deus que desenhou a Terra

Pintando-a de tons únicos, só seus,

De todo o Universo a mais linda tela

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 21:35

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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

NUVENS QUE P'LO CÉU DEAMBULAM

 

 Nuvens dispersas ao largo passando

Lá bem no alto do firmamento

E eu olhando-as em deslumbramento

A sonhar ir dentro delas navegando

 

Porque me parecem flutuando

No mar, barcos à vela em movimento,

O céu azul lembra-me o mar não turbulento

As nuvens os barcos que vou imaginando

 

Que vejo esfumarem-se no horizonte

Mas logo outras m'aparecem defronte

O meu olhar, a alma extasiando,

 

Mas eis qu'as nuvens se unem de luto se vestem

Lágrimas tristes do seu íntimo vertem

Chuva de lágrimas na terra tombando

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 17:48

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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

NA NATUREZA MANDA DEUS

 

Em vida nos formaram sem ter pedido

Foi a Natureza a decidir

A no ventre duma mãe nos esculpir

De quem passamos a ser filho querido

 

Naturalmente ficou definido

Foi a Natureza a definir

À mãe só caber amamentar e sorrir

E nosso destino ser por Deus decidido

 

Porque na Natureza manda Deus

Ela é naturalmente os passos seus

Que nossos tenta no bem encaminhar

 

E se nascemos é a sua vontade

Para que não finde a Humanidade

A criança, o homem a terra a lavrar

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 18:11

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

TAMBÉM A ALMA É NATUREZA

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 Na vida as pessoas aparecem

 Por magia da Natureza

A concebê-las com sábia destreza

Das mãos divinas sublimes obras florescem

 

E as põe pela Terra a andar

E de raciocínio as privilegia

Para assim as superiorizar

A tudo o que omnipotente cria

 

E também a fala lhes concede

Para com ela poderem exprimir

O que na vida presente sucede

Passado e futuro a discutir

 

E corações dentro do peito entalha

Vocacionando-os para o amor

Mas por vezes o ódio neles se emalha

Adulterando-lhes o doce sabor

 

A alma que em todos arde decidida

A estimular ir sempre mais além

Em luta pela complexa vida

É a Natureza que a forma também

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:49

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