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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

GOSTAVA

 
 Gostava de ver toda a Humanidade
Enveredar pela sensatez
Pôr de lado a torpe altivez
E envergar a simplicidade
 
Que originaria mais amor mais verdade
Ah! Como fantasio de vez em vez
Mas foi assim que a Natureza me fez
Adverso à altiva vaidade
 
E invade-me a tristeza
Pois torturantes pensamentos me absorvem
Ao ver pessoas propensas à vileza
 
Que na insensatez se consomem
Deixando em mim a certeza
Que como gostava nunca verei o Homem
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:16

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DESTINO DE VIDA, MORTE E AMOR

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Vai-se a vida e vem a morte
Vai-se o amor e vem o nada
Deixando uma alma a cismar angustiada
Logo que a desgraça a si aporte
 
Sem que ao destino importe
O cismar dessa alma torturada
Pois que para ela já tem talhada
A sentença que assinou omnipotente forte
 
E porque o destino é omnipotente
Seja rica ou pobre gente
Por ele é dominada sem contemplação
 
E a vida e a morte e o amor
Andam no destino ao seu sabor
Chegam e abalam na sua ondulação
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 15:17

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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

GENUÍNO AMOR

   Aparece na Terra a criança
Por amorosa mulher esculpida
A dar-lhe forma a dar-lhe vida
Em que se esmera repleta d'esperança
 
E a vida que de andar não se cansa
A passa a homem natural definida
Mas p'ra essa mulher sempre criança querida
A beijar radiante de aventurança
 
É o filho  da mãe amorosa
Que ela contempla com enlevo com ardor
O traz no coração sequiosa
 
A única que lhe dedica genuíno amor
Mesmo criminoso o aceita carinhosa
Abafando as lágrimas na própria  dor
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:40

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SÊ JUSTO E SENSATO

 
 
Nunca te julgues mais do que és
Não ultrapasses em ti a sensatez
Olha que um dia quem sabe! Talvez
A máscara te caia aos pés
 
Não estejas na vida ao invés
De como ela te originou, te fez,
Qu'a sorte vai e vem de vez em vez
Como o mar sobe e desce nas marés
 
Não te mostres pedante, vaidoso,
Não zombes dos menos dotados
Deves sentir-te feliz, orgulhoso,
 
Quando ao cairem p'lo destino vergados
Em dar-lhes a tua mão despretensioso
Vê, que nem todos são p'la sorte amparados
 
            João M, Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 17:44

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

NOSTALGIA

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Na madrugada, lentamente vou acordando,
É vagaroso meu despertar
Ao longe vou ouvindo galos a cantar
A branca alvorada anunciando
 
E deitado fico meditando
Nas coisas da vida p'la Terra a passar
Nos que amava e já foram a enterrar
Com a crua verdade não me conformando
 
E profunda e tenaz melancolia
Meu despertar entristece
Nem o cantar dos galos me traz alegria
 
Pois ouvi-los não mais acontece
Aos que morreram e tanto queria
E nostálgica minha alma permanece
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:50

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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

A VIDA É REPETIÇÃO

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A vida é um continuar
De muitas coisas repetidas
Umas agradáveis outras sofridas
No tempo que não se cansa de passar
 
A vida é um contínuo amealhar
De tristezas e alegrias sucedidas
Que oram chegam ora abalam esvaecidas
No acontecer que ninguém pode dominar
 
A vida é o tempo a correr
Pará-lo não é possível fazer
É amor, ódio, mentira e verdade
 
É deambular à sorte pela Terra
Colher lindas flores na Primavera
E ver findar o Inverno sem saudade
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:22

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

SONHOS DE POBRE

   Deve-se cada pessoa cingir

Ao que a sorte lhe destinou
E se de pobre a trajou
De rica jamais irá vestir
 
Pode riqueza em sonhos construir
Desejos que em jovem idealizou
Mas quando já velha despertou
Pobre era, os sonhos eram a iludir
 
E fica-lhe um riso irónico na boca
Ao recordar a ideia aberrante, louca,
De um dia ricamente trajar
 
Por acontecer-lhe pobre morrer
Qu'os sonhos que dominaram seu viver
Foram simples fantasias a imaginar
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:16

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Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

UM DESEJO

 
   O planeta  Terra formando um só país
É um desejo que muito queria
Corações num só que bom seria
Talvez assim, o Homem fosse mais feliz
 
Desejo que sinto em mim de raiz
E me origina sensaboria
Me condiciona sem dó a alegria
Pois me veda o que sempre quis
 
Mas é hábito meu devanear
Com absurdos mas p'ra bem da Humanidade
É meu coração vivendo a delirar
 
Em febril solidariedade
Desejo de raças e crenças aproximar
Olhando-se com fraternidade
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:38

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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

ENCANTO A EMANAR

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 Olho as flores embevecido
 Na Primavera florescente
Quando pelo campo vagueio contente
Dos males da vida esquecido
 
E as cheiro com prazer entretido
Aspirando-lhe o perfume fortemente
Que deixa meu coração pendente
Do suave aroma por elas aspergido
 
A azul abóboda celeste me deslumbra
Com o Sol no alto pleno a brilhar
E o canto das aves no espaço redunda
 
Que enlevado fico a escutar
E em minha alma com deleite abunda
O encanto do campo a emanar
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:17

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O DESTINO É QUEM MAIS ORDENA

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Cada um é p'ró que está destinado
Seu destino não consegue modificar
Mesmo julgando as voltas lhe trocar
O destino já assim o tinha engendrado
 
Se disse, agora vou por este lado,
Não por aquele como estava a pensar
É o destino seus passos a comandar
Sem se aperceber que foi por ele desviado
 
Mistério qu'o Homem tenta mas em vão
Definir a causa dessa razão
Que se revela brutal ou amena
 
O trilho das vidas talha à sua maneira
De forma caprichosa sobranceira
É sempre ele quem mais ordena
 
           João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:49

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