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Domingo, 23 de Agosto de 2009

SEMPRE A INTERROGAÇÃO EM MEU SER

   Fui menino e deixei de o ser
Também meu tempo de jovem findou
Outro tempo homem maduro me formou
E um outro, velho me veio a converter
 
Incrédulo, ao espelho fico a ver,
As rugas qu'o tempo no rosto me sulcou
Que lembro tantas vezes minha mãe beijou
Quando ainda mimoso a florescer
 
E ao espelho na minha imagem atraído
Olho minha decadência desiludido
O resto do meu todo que me consistiu
 
E sempre a cruel interrogação ocorre
De que serve viver se se morre
E aí, após a morte, nem saber que existiu
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:49

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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

POR VEZES MORRE-SE NA ESPERANÇA

 Passam velozes os dias na Terra
Pelo Homem que nela labuta
Que pela sobrevivência luta
Que quando não vence desespera
 
Quando teimosa a má sorte impera
Na sua vida, o bem estar lhe disputa,
Cruel, cinicamente astuta,
Na teia do mal que lhe tece o encerra
 
Abraçado à esperança envelheceu
Dela não passou, nela morreu,
Sem jamais atingir o bem pretendido
 
E ouviram-se os sinos a tocar
E foi em negra cova a enterrar
Para sempre no tempo esquecido
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:33

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Domingo, 16 de Agosto de 2009

ESPERANÇAS SÃO INCERTEZAS DA VIDA

 Já me morreram as ilusões de jovem
Já no tempo pereceram
Nele até meus bons amigos morreram
Restam as mágoas que me consomem
 
Passei de novo a velho homem
Quase todos me esqueceram
Até os que apoiados em mim se ergueram
Na ingrata vida, uns descem outros sobem
 
Não adianta planos forjar esperançado
Esperanças são incertezas, amontoado
De desejos que jamais se realizarão
 
E já velhos, as pessoas por quem lutamos
Olham-nos enfadados, já não interessamos,
E sentimos chorando o coração
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:24

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

AMOR...DESEJO E ESPERANÇA

  Esperança é também desejo
Que em qualquer dia possa acontecer
Alcançar o amor porque anseia nosso ser
Que num momento nos olhou em doce lampejo
 
E nos deixou em frenético almejo
Torturados d'amor a sofrer
Dúvidas em noss'alma sem jamais saber
Se teremos sequer a alegria dum seu beijo
 
E assim, desejo e esperança
Ficam em nós em estranha dança
Incerta, indefinida
 
E s'o desejo insatisfeito perdura
A esperança nos abraça com ternura
Benévola acarícia nossa vida
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:21

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Domingo, 9 de Agosto de 2009

AMOR É UM BEM QUE ANSIAMOS

 
 O amor é um bem que desejamos
 É um sentir que está dentro de nós
Que nos embarga o coração, a voz,
Quando à mulher que se ama o confessamos
 
Que com delírio o ansiamos
E nos causa um sofrimento atroz
Se nos deixa tristemente sós
Se esse bem não alcançamos
 
Amor é uma brisa que nos acaricia
Que com seu bafo nos delicia
É uma Primavera sempre em flor
 
Paradisíaco jardim onde vamos colher
Uma flor de que se gosta, que se quer,
E que nos perfumou com seu amor
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:26

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

VIDA RECOLHIDA VOU VIVENDO

  

 
Gosto de passar despercebido
Na vida que recolhido vou vivendo
Solitário a um canto concebendo
A poesia que em mim faz sentido
 
E Camões, Bocage, leio embevecido,
Antero, Florbela, co'o mesmo sentir lendo,
Ou outros excelsos vates vou colhendo
No vasto jardim poético luso florido
 
E leio e releio enlevado
Poemas que são o seu brado
Sentimental de emoções, suas verdades!
 
E em êxtase fico na ilusão
Que comigo moram, comigo estão,
E partilho das suas ansiedades
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:41

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Sábado, 1 de Agosto de 2009

JULGAMOS OUVIR SINOS DA NOSSA MOCIDADE

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  Quando em nós já vai longa a idade
A juventude olha-nos com certa ironia
Que nos trespassa de melancolia
Longe tangem sinos da nossa mocidade
 
Que julgamos ouvir repletos de saudade
Em nossa alma em suave fantasia
Que não passa de profunda nostalgia
Memórias que duvidamos se verdade
 
E em incerto dia uma festa nos fazem
Dedicados nela se comprazem
Alguns qu'a solidariedade motivou
 
Mas qu'importa um dia farto, repleto,
Carinho dia a dia é bem mais completo
Daqueles por quem com amor se lutou
 
           João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 17:02

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