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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

REFLEXÃO NA NOITE CHUVOSA

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Na noite negra a chuva tombava
Gélida, no espaço ilimitado,
E eu na cama, intranquilo cismava,
A Natureza me subjugava
Sabia-me dela um mísero bocado
 
A chuva intensa ouvia
Não parando de me torturar
Nos momentos que não dormia
Mais e mais me afligia
Sem o coração dominar
 
Porque a chuva fazia-me lembrar
Numa forma indefinida
Crianças no escuro da noite a vaguear
Aflitas sem ter onde se abrigar
Filhas do infortúnio da vida
 
Imaginava-as em vãos de escada
Anichadas num canto de qualquer saguão
Ou debaixo de pontes de qualquer estrada
E minha alma agitada
Interrogava Deus da causa, da razão
 
Pensava no homem asqueroso, nojento,
Imbuído de perversa consciência
Em sádico desregramento
Desflorando a criança com aliciamento
Da sua cristalina inocência
 
Homem monstro qu'em pedófilo se resume
Que se metamorfoseou p'ra desnaturado
Que passou de puro trigo a estrume
Qu'o juiz aprecia e deixa quase ou impune
O monstro de crianças por ele  julgado
 
E clamo, Ó Deus! As crianças não contêm pecado
Não permitas mais o seu sofrer
Não deixes à deriva amargurados
Tantos minúsculos corações aterrados
Tua justeza omnipotente é meu crer
 
A noite já é propícia à reflexão
Mas com a chuva impiedosa caindo
Mais me sensibilizou o coração
Mais nele se acumulou a desolação
Brechas de tristeza nele abrindo
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:23

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

HOMEM ABJECTO

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Vai o abjecto homem adulterando
A Humanidade e a Terra
O belo, o sublime que as encerra,
Como se precioso vinho azedando
 
Com a fraude não se preocupando
A execrável hediondez não o aterra
Só ao sórdido a alma se aferra
O bem que a Terra oferta desprezando
 
Vazio d'amor de escrúpulos vazio
Nunca a beleza olhou ou viu
Onde linda, natural, floreia a criança
 
Que desflora, como rude besta uma flor,
Homem abjecto insensível ao amor
Que à pobre criança rouba a esperança
.
             João M. Grazina (Jodro) 
publicado por CAMAGE às 20:31

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

DESTINO MARCADO

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Pela Terra o Homem caminha

Em azáfama de lado para lado

Com um destino já marcado

Mistério que não interpreta nem adivinha

 

Nele a meditar se definha

Semblante algo triste desolado

Pois não apreende o que lhe foi destinado

Quem sua vida comanda e encaminha

 

E assim é arrastado ao sabor

Da corrente imprevisível da sorte

Que pode ou não trazer-lhe bem, amor,

 

O destino lhe traça absoluta, forte,

Indiferente a quem presta seu favor

Ela é uma incógnita, como a morte!

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 11:09

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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

ASSIM SERÁ ETERNAMENTE

 
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 Pessoas em ganância desenfreada
Vão sem pejo a Terra envenenando
Em mente só o lucro as motivando
A Natureza em flor não lhes diz nada
 
Mas outra gente p'lo bem sensibilizada
Se aplica com amor por ela lutando
Pois sua verdade é desejando
A Terra a florir perfumada
 
Uns a degradam outros a fazem bela
Uns a desprezam outros se afeiçoam a ela
Cada coração tem o seu sentir
 
Neles ódio e amor em aversão permanente
Sempre assim será eternamente
Jamais as mentes humanas irão convergir
 
           João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:35

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