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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

ANGÚSTIA NO MEU CORAÇÃO

 
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Observo a Humanidade corrompida
Crianças tristes, p'las ruas deambulando,
Andrajosas, magras, de fome incontida,
Que o frio indiferente vai atormentando
 
Débeis rebentos abrindo a florir 
Que o vil homem decepa sem quebranto
Roubando-lhe o prazer de brincar e rir
Cruamente, não se amansando ao seu encanto
 
Como doi e comove vê-las assim
Indefesas, do vilão à mercê,
Que no seu instinto perverso, ruim,
Impune as desfolha e Deus não vê
 
Não vê, mas dele sempre ouvi dizer,
Que sabe tudo o que na Terra acontece!
E assim interrogo apreensivo meu ser
Porque razão a criança não protege?
 
Falo das crianças desprotegidas, sem sorte,
Sei que Ele as vê, é seu divino Criador,
Criou a Terra a vida até a morte
Então mate os que nelas infligem dor
 
Há também contra elas as leis da Natureza
Inocentes, tudo suportam sem esperanças,
Era tão simples a Deus impor a certeza
De não haver no mundo pobres crianças
 
Emancipou o homem que o afronta
Mas criança não é homem, não é pecador,
Assim, com todo o seu amor delas tome conta,
Que o abjecto homem, jamais lhe terá amor
 
Imploro-lhe que sua protecção seja breve
Desça já até às crianças em sua salvação
Venha tornar a sua pesada vida leve
E aliviar a angústia no meu coração
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 15:07

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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

MÃE QUE INFINITA DESEJÁMOS

 
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 As pessoas desaparecem da nossa vida
Quando apunhaladas pela morte
Qu'as envolve em seu manto negro forte
E impávida as leva p'rá sua guarida
 
Ataca dissimulada sem ser pressentida
Matar só por matar é o seu norte
Mesquinha, hedionda sem que se importe,
Que seja pessoa de bem ou de mal imbuída
 
E vidas vai ceifando sem se cansar
E vidas deixa prostradas a chorar
Indiferente a orações ou salmos
 
Até nos leva a santa da nossa afeição
Que nos amamentou e beijou com devoção
A nossa mãe que infinita desejámos
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 17:39

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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

MISTÉRIOS INACESSÍVEIS

O Homem a vida não entende
Nem em tempo algum a entendeu
E nunca a entenderá, é pensar meu!
Seu saber a tanto não se estende
 
Os mistérios da vida pretende
Decifrar, mas até hoje não os percebeu,
Nisso consumiu o tempo até que morreu
Passa p'la vida, cisma, mas não a compreende
 
E assim, lhe ziguezagueia o pensamento,
Como folha arrastada pelo vento
Onde há redopios em evidência
 
Inicia e acaba a existência a meditar
Sem os mistérios da vida desvendar
Inacessíveis à tão julgada sapiência
 
             João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:11

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

TUDO ESQUECE NO TEMPO

O correr do tempo tudo faz esquecer
Até a pessoa na morte é esquecida
Mesmo a mãe que p'ra nós foi a mais querida
Só amarga saudade passa a ser
 
E só por vezes nos vem entristecer
Porque já longe no tempo, indefinida,
Passando em nossa mente de fugida
E se esvai como o Sol ao entardecer
 
A morte absurda haver não devia
Nem a verdade que estabelece
No tempo em louca correria
 
Que na sua passagem envelhece
Extermina, ordena com sobranceria,
Que quem no sono eterno adormeceu, esquece
 
             João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:35

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