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Domingo, 31 de Agosto de 2008

ROGAVA AO DIVINO SENHOR

 
Todos os dias olho o céu atento
Tentando no espaço Deus vislumbrar
Divinamente belo por ali a vaguear
Nem que só por escasso momento
 
Mas não o vejo e um lamento
Sinto meu coração triste soltar
Pois lhe queria sua graça rogar
Com fervoroso agradecimento
 
Que era à Terra descer e de bondade
O Homem imbuísse, só de justeza e amor!
Já que omnipotente divindade
 
Eis o que rogava ao Divino Senhor 
Pois queria ver o Homem em franca lealdade
Olhando-se sem sofisma sem rancor
.
               João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:14

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Domingo, 24 de Agosto de 2008

A SAUDADE DISFARÇADA DE CRIANÇA

Num jardim verde verdade
Seu tom era bem verde esperança
Vislumbrei brincando uma criança
Que interpretei minha saudade
 
Fiquei olhando sequioso
A idade já me roubara o brincar
E sentado limitei-me a olhar
Seu devaneio amoroso
 
Ela brincava com o nada
Somente sua ingénua imaginação
Que seduzia minh'alma d'emoção
P'la saudade ternamente trespassada
 
De súbito procurou um amigo
Olhando à sua volta em mim reparou
Simpática de mim se aproximou
Dizendo, anda! Vem brincar comigo!
 
P'la mão docemente me arrastando
Era a saudade a puxar-me com carinho
E fez-me por momentos menino
Com ela p'lo chão rebolando
 
Atirei a criança com meus braços ao ar
Apertei-a junto ao meu coração fremente
Uma lágrima caiu-me p'rá sua cara inocente
Era a saudade comovida a chorar
 
             João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:09

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Domingo, 17 de Agosto de 2008

DA VARANDA GOSTO DE TUDO OLHAR

 
 Da varanda gosto do espaço olhar
E tudo o mais que a circunda
Gente em azáfama nas ruas a passar
Crianças que gritam na escola a brincar
Em encantadora barafunda
 
Por vezes noto uma na rua a correr
Carregando desordenada a sacola
Apercebo-me que vai aflita a valer
Porque certamente um castigo vai ter
Por chegar atrasada à escola
 
Avisto no alto duma chaminé
Uma cegonha que não se espanta
Por estar a admirá-la tão ao pé
Que é tão próximo que até
Me admira como voo não levanta
 
Num telhado distante me acostumo
A ver pombos ao sol em vida regalada
E nele uma chaminé que deita fumo
E os pombos que levantam voo sem rumo
Em eufórica debandada
 
 E os pardais sempre em movimento
Voando de telhado p'ra telhado com afã
No seu jeito aguerrido, barulhento,
Que originam em qualquer momento
Grande turbulência no clã
 
Algum mais desinibido vem chilrear
Perto de mim na parede da varanda
Com palavras o começo a aliciar
P'ra no meu ombro vir pousar
Que desconfiado logo voa p'rá outra banda
 
Reparo em pintassilgos comendo
Sementes d'erva que num quintal abunda
Enquanto a fome vão satisfazendo
Alguns cantares, felizes vão tecendo,
O contentamento os inunda
 
Dois gatos em luta feroz e crua
Sobre um muro se arranham, mordem sem tento,
E um cão furioso lhes ladra da rua
Danado p'ra na briga entrar que se acentua
Que não pára um momento
 
Um homem a Lua observa
Comentando os seus vaticínios
E como ela de alvura se conserva!
Linda, divina, da Terra serva,
É a mão do Criador com seus desígnios
 
Depois desvio minha atenção
P'rá andorinha que veloz no céu voa
E tudo me enche o coração
De natural encanto, d'emoção,
E fico divagando à toa
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:50

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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

CORAÇÃO SENSÍVEL

  Homens, mulheres e crianças,

Gosto de ver na rua passando
E fico nelas meditando
Como devem ir repletas de esperanças!
 
Por certo preocupadas com as andanças 
Que a vida lhes vai originando
Com ou sem empenho se aplicando
Para em ansiedade conseguir abastanças
 
Mas as crianças mais me seduz contemplar
Concedendo-me belos momentos
A vê-las em alarido a gesticular
 
Depois recolho-me em pensamentos
E o coração sensível a palpitar
Me induz a descrever estes sentimentos
.
           João M. Grazina (Jodro) 
publicado por CAMAGE às 11:40

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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

AMOR FLAMEJANTE

 Sol ameno no azul celeste a flamejar
Com cuidado acordando as lindas flores
Da sonolência dos torpores
Com que a noite as pôs a descansar
 
Que todo o dia o Sol ficam a olhar
Trajando-se de belas e múltiplas cores
Transmitindo-lhe assim os seus amores
Em deslumbrante beleza a lhe ofertar
 
E o Sol enquanto o dia dura
As acarinha beijando-as com ternura
Com amor que arde como ele intenso
 
Até que a noite tomba sobre a Terra
Os lindos olhos às flores cerra
Adormecendo-as em véu negro denso
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 19:41

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