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Domingo, 27 de Julho de 2008

A ESPERANÇA NOS ALIMENTA

 A esperança todos alimenta
Todos adorna com sua verde cor
Verde é esperança diz-se com ardor
Que nos abraça docemente, nos sustenta
 
Um bem desejado ou mal que se lamenta
Meditando em mais belo alvor
O alcançar dum benefício ou dum amor
Incerteza mas esp'rança que nos acalenta
 
Esperança que até o mendigo tem
De receber melhor esmola mais além
Para saciar a fome e da andança
 
Descansar um pouco à beira do caminho
Sentado no chão belo mansinho
Olhando o campo de verde esperança
 
                João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:34

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

A MORTE TODOS REDUZ À IGUALDADE

Olhe-se o Homem em plena loucura
Só o poder em mente o aliciando
Tudo p'ra si querendo ambicionando
Enquanto a vida lhe dura
 
Julga-se feliz e é todo amargura
O amor puro não interpretando
Altivo, soberbo do alto olhando,
Mas desce como todos à sepultura
 
E ali perde p'ra sempre a altivez
Ficando ao nível dos de quem pouco fez
A eles reduzido em igualdade
 
Pobre Homem insensível ao amor
À solidariedade ao sofrimento à dor
Esqueceu qu'a morte é atroz verdade
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 17:52

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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

SOLICITAÇÃO A DEUS

  Medito triste, profundamente,
Na criança pura, sagrada,
Que indefesa e inocente
É por ti, homem, violentada
 
Em violações cruéis, irracionais,
Com que te sacias como puro demente
Nesses seres pequenos virginais
Que devassas, rasgas selvaticamente
 
Não vês na tua guerra demolidora
O drama dum ser que só devias acarinhar
A criança débil, meiga, encantadora,
A quem roubaste o sonho de brincar
 
P'lo ralhar do canhão assustada
Que a morde e mata com sua metralha
Ao vê-la morta, ferida, ensanguentada,
Solicito a Deus p'ra que lhe valha
 
E mais a fome, a doença a atormentá-la,
Sem nada perceber da causa ou razão
A morte inexorável a devorá-la
Amargurando mais e mais meu coração
 
 Porque em ti, homem, morreu
Tua memória, por seres reles e mesquinho,
Ela se apagou com teu ódio e esqueceu
Que também tu foste um menino
 
Já Augusto Gil disse com sofrimento
Mas as crianças, Senhor, porque lhes dais tanta dor?
A que eu também sofrendo, acrescento,
Homem! Não lhes dês sofrimento mas só amor
 
              João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:09

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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

MIRAGEM

A pessoa não passa duma miragem
Reflexo espectral que na Terra aparece
Que com naturalidade se desvanece
No tempo que tudo apaga de passagem
 
Borrão de corpo, sentidos, imagem,
Qu'a Natureza sombreia como lhe apetece
Em omnipotência que estabelece
Todo o mundo lhe prestar vassalagem
 
A pessoa é ficção, fantasia,
Imagem fantasmagórica em movimento
Espectro que p'la Terra vagueia e cria
 
Variações de forma sem tento
Caprichos da Natureza à revelia
De Deus, actuando segundo seu intento
 
              João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:38

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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

ÀS VEZES FALO P'RA DEUS

Às vezes dou comigo p'ra Deus a falar
Olhando o azul celeste infinito
Interrogando meu ego aflito
Será que Ele me está a escutar?
.
Crendo que sim fico a rogar
Ao seu coração divino, bendito,
Que salve do homem maldito
A criança, que louco teima em massacrar
.
E a vida triste vou passando
Em desolação absoluta
Repetidamente a Deus apelando
.
P'la criança desprotegida em atroz luta
Mas olho seu mundo e não noto mudança
E medito, Deus afinal não me escuta!
.
             João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:10

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