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Domingo, 29 de Junho de 2008

SER CEGO, SURDO, ÀS VEZES EU QUERIA!

  Às vezes ser cego eu queria
P'ra não ver a loucura que por aí grassa
A imoral baixeza que o Homem abraça
Falho de sensatez ufano de orgia
.
Também ser surdo por vezes me apetecia
P'ra não ouvir frases despidas de graça
Tolas, grosseiras qu'o bom senso devassa,
Que me originam profunda sensaboria
.
Só não quero deixar de ver, de ouvir,
Crianças tagarelando a sorrir
Inocentes, sem a desgraça apreender,
.
Penetrando-me de felicidade
Apaziguando a tristeza que me invade
Qu'a vê-las, ouvi-las, acabo por esquecer
.
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:37

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Sábado, 21 de Junho de 2008

MEU CISMAR INTRANQUILO

Já morreram todos p'ra meu sofrimento
Minha mãe, meu pai, os grandes amigos meus,
E olho p'ra ouvir o que me diz Deus
Mas só me soa o agreste vento
.
Bem fico em quietude atento
Mas Deus silencia os desígnios seus
Na Humanidade, na Terra, nos céus,
E nada me diz p'ra meu desalento
.
E cismo intensamente sem conseguir
O significado da vida definir
O nascer, o morrer, a própria sorte,
.
O porquê de tudo o que acontece
E meu cismar intranquilo obscurece
E tomba prostrado ante a morte
.
       João M. Grazina (Jodro)
 
publicado por CAMAGE às 16:10

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Sábado, 14 de Junho de 2008

NA TERRA O BEM AGONIZANDO

Vai na Terra o bem agonizando
Em declínio a Humanidade
Indiferente ao amor, cruel verdade,
Que nos corações foi secando
.
Os humanos se vão massacrando
Entre si, em atroz animosidade,
E as crianças no meio dessa monstruosidade
Assassina, irracional, que as vai matando
.
E nada comove os assassinos
Nem mesmo a beleza dos meninos
Realçada pelos olhos negros de inocência
.
E olha-se o céu rogando a Deus Senhor
Que ilumine os malvados de pleno amor
Todo o homem inunde de benevolência
.
             João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 21:19

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Domingo, 8 de Junho de 2008

JOANINHA FOI MORAR NO BAIRRO DE DEUS

 

  Logo que terminou sua vida terrena

A bondosa e pacífica Joaninha

Olhou todos em redor de forma amena

E montou calma e serena

Numa alva estrela pequenina

.

Que Deus carinhoso p'ra ela tinha formada

Para até junto Dele viajar

Nela subiu ao céu p'los anjos rodeada

Que guiavam a estrela divinizada

Até o bairro celeste alcançar

.

Os anjos não cessaram de aclamar

Sua ascensão gloriosa

No bairro divino a foram entregar

A Deus, sorridente a aguardar,

Sua descida da linda estrela radiosa

.

Que lhe preparara linda recepção

Porque a considerou boa e merecedora

Com anjos entoando bela canção

E feliz a levou dando-lhe a mão

P'rá sua morada simples, mas acolhedora

.

Joaninha olhou o Criador comovida

Sorriu-lhe na sua habitual humildade

Ia beijar-lhe as mãos reconhecida

Mas Ele levantou-lhe a cara querida

Que beijou com castidade

.

Lágrimas de emoção tombaram

De seus olhos de mulher sublime

Os pés do Divino Senhor molharam

Que ternamente d'amor dulcificaram

O sofrimento que Nele se comprime

.

Joaninha do alto do céu olhou

Dali via amplamente toda a Terra

Timidamente os olhos de Deus enfrentou

A pensar no bem de todos solicitou

Senhor! Elimina o mal que ali se encerra!

.

            João M. Grazina (Jodro)

.

Meditabundo: Joaninha era a minha mãe

que já morreu e alguns dias após a sua

morte idealizei este poema, de acordo

com o meu sentir ante a sua morte, ela

continua viva no meu coração e assim

me motiva, me inspira, me incita à poe_

sia, que lá do alto junto a Deus protege,

ela foi e é a excelsa mulher da minha vi_
da, que em sonhos vem falar comigo, o

que me deixa quando acordo, deslumbra_

do e nela fico a cismar com carinho e

emoção.

                     "Jodro"

publicado por CAMAGE às 21:49

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