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Domingo, 20 de Abril de 2008

O PESCADOR...E O SEU AMOR

Intrépido pescador no alto mar
Sobre suas águas a vida arriscando
Corajoso, quando o peixe a apanhar,
As ondas medonhas tem de enfrentar
Que furiosas o vão fustigando
.
O inundam o regelam sem piedade
A que resiste com valentia
A elas insubmisso mas ciente da verdade
Não temendo essa ferocidade
Inquebrantável de força e energia
.
A pesca é o seu fadário
Seu destino, de muita ou pouca sorte,
Tantas vezes verdadeiro calvário
Que o martiriza de modo vário
Às vezes quase ou mesmo a morte
.
A tristeza o invade o amargura
Quando não traz peixe com abastança
E para debelar a agrura
Uns copos bebe, sua pouca luxúria,
E sempre ao mar volta cheio de esperança
.
Tem uma mulher que muito o ama que ele adora
Que lhe faz adeus sorrindo a vê-lo partir
Enquanto lhe retribui avançando mar fora
Logo que o perde de vista ela chora
Receando não mais o ver sorrir
.
Triste p'rá igreja caminha expedita
A Virgem sabe seu aflito rogo de cor
É a volta do seu amor que lhe solicita
E olhando-lhe os olhos puros a cara bonita
De volta traz sempre o amado pescador
.
           João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Composição poética que me
ocorreu, quando o coração me vibrou inten_
samente comovido, ao lembrar os pescado_
res do passado enfrentando o furioso mar
na faina da pesca, em pequenos barcos a
remos, tantos que aí perderam a vida, mas
a necessidade de sustentar mulher e filhos
era um pacto de honra, mais sensivelmente,
de amor para com os que amava.
Com este poema expresso a minha profunda
admiração e amor por eles, principalmente
dos que no mar morreram lutando com espe_
rança pela sobrevivência.
.
                                              "Jodro"
 
publicado por CAMAGE às 19:41

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Domingo, 13 de Abril de 2008

SOU ESPÍRITO VAGUEANDO P'LA TERRA

Cismo que não vivo, que foi ilusão
Alguma vez ter vivido
Se houve em mim passado não faz sentido
Assim! Minha mente é delírio, confusão
.
Onde está o homem que me semeou
P'ra nascer criança natureza
Que com seu suor o pão p'ra mim ganhou
Pai, vestindo trabalho com nobreza
.
E a mulher que me deu enternecida
Sangue como se terra p'ra eu germinar
Leite, pedaços da sua vida,
Plena d'amor a ver-me desabrochar
.
E os amigos com quem na juventude andei
Sempre unidos na amizade, vagueando
P'las ruas, rindo, gritando, cantando,
Com quem algumas vezes m'embriaguei
.
E os companheiros que comigo trabalharam
Ao sol tórrido do alentejano sertão
Que nas tarefas duras que me fustigaram
Solidários me deram a sua mão
.
Mas tudo não passa de devaneio
Sou só espírito que p'la Terra delira
Não passo na Humanidade dum alheio
O passado que descrevo é mentira
.
Sou somente mitologia, invenção
De Deus que de modo incontroverso
Escreve, dita leis por todo o Universo
Mestre dos mestres sem contestação
.
        João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Sinto-me deslocado mesmo
um estranho na Terra, quando comparo a
vida  do  antigamente  em que  ocorreu a
minha juventude (nas décadas de 30, 40
e 50 do século passado) onde havia disci_
plina, responsabilidade, amor solidário en_
tre todos, com a do presente em que noto
o inverso, indisciplina, irresponsabilidade,
incluo a juventude, em que se criou o indi_
vidualismo que despreza a solidariedade,
em que o amor é uma farsa, uma mentira,
em que a falsidade domina, daí como que
a sentir-me a mais na Humanidade à qual
não consigo adaptar-me, bem olho à minha
volta tentando encontrar alguém do meu
tempo, os que comigo brincaram, os que
comigo conviveram em pura amizade, mas
não, já todos morreram e isso me sensibili_
zou a idealizar e escrever esta composição
poética.
                                                "Jodro
publicado por CAMAGE às 15:55

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

ESTÁ LINDO O CAMPO

 

Contemplo o campo que está lindo

Com pujança flores a gerar
A que fico subjugado atraído
A ver pétalas multicolores abrindo
À esplendorosa luz solar
.
Que o Sol p'lo lindo campo gera
Quando passa belo deslumbrante
De dourado manto aos ombros que descerra
Todos a saudar de maneira bela
Verdadeiro senhor rei elegante
.
Mais realçando o lindo campo uma ribeira
Por ele corre com farta água murmurante
Com sumptuosas árvores à sua beira
E por elas aves cantam sem canseira
Em genuína alegria exuberante
.
E pelo lindo campo agricultores
Pedaços de terra semeando vão
E ao longo da ribeira pescadores
Apanham peixe rogando à sorte favores
Que nem sempre concedidos são
.
E deveras sensibilizado
Pelos contrastes da vida que olhei
Por lindo campo poético embrenhado
O coração vibrando emocionado
Estes versos simples no papel lavrei
 
         João M. Grazina (Jodro)
 
Meditabundo: Pelo campo vagueava em
mansa tarde, o Sol irradiando calor ameno,
originava movimento sumptuoso na Natu_
reza e...naturalmente aconteceu poesia!.                       
                                                    
                                       "Jodro"    
publicado por CAMAGE às 13:39

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