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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

QUERO DAR A MÃO À MORTE

  A morte é uma Senhora divinizada por Deus
Divino, que a criou para nos levar à sua pre_
sença, para por Ele sermos julgados do mal
que causámos na Terra e no Seu Reino fica_
mos em Redenção. 

 

 

 Quando quiser, que venha até mim a morte,

Que sensatamente a vou aceitar
Orientei meu norte a dela me desviar
Agora é bem ela o meu norte
.
Quero segui-la sem que me importe
De deixar esta vida p'ra sempre, de vez,
Onde, de frustração em fustração se desfez,
O que pensei do Homem no seu porte
.
Pegar sua mão poderosa, forte,
E caminhar com ela p'ró desconhecido
Onde ficarei, deste mundo esquecido,
Do homem insensato, em desnorte
.
Que adulterou o belo mote
Da vida, delicada poesia,
A formou em fúnebre melodia
Qu'a Natureza lhe ofertou em dote
.
Quero com ela ir p'ra beneficiar da sorte
Duma sublime mulher encontrar
Mãe Joana do meu encantar
Que foi na Terra revolta o meu bote
.
Para ser feliz novamente
Que sem ela não consigo ser
Quero sentir de novo seu enternecer
Quero ir viver com ela eternamente
.
         João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Joana era a minha mãe, já
desaparecida do número dos vivos, excel_
sa mulher que me gerou, foi a mais bela
de todas as que fizeram parte da minha vi_
da, porque bondosa, paciente, carinhosa
comigo e solidária com as pessoas com
quem contactou ao longo da sua existên_
cia, não vivendo na fartura, mesmo assim,
ainda dividia por quem era muito pobre,
daí a razão do presente poema. 
                                  
                                           "Jodro"                                  
publicado por CAMAGE às 10:57

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Terça-feira, 18 de Março de 2008

FLORES TRAJANDO QUIMERAS

Olhei as flores brancas e amarelas
Outras havia de mais cores
Todas trocando entre si amores
Todas trajando quimeras
.
Semeando primaveras
De ano p'ra ano em fulgores
Olhando a Humanidade em estertores
Digladiando-se eras após eras
.
O vento as sacudia mansamente
Os pássaros nelas pousavam
Debicando felizes de contente
.
O pão que elas sorrindo lhes davam
E cismava que em sua mente
Esse amor ao Homem não passavam
.
      João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Flores que me fascinam
quando no campo as contemplo, belas,
encantadoras, a cobri-lo com divino
manto de variegadas cores, a induzirem
os corações ao amor e minha alma  à
poesia.
.
                                           "Jodro"  
publicado por CAMAGE às 13:27

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

SEMPRE LUTANDO

Às vezes perdemos a vontade
De ir em frente e não mais lutar
Porque descrentes desiludidos ao olhar
Em nosso redor a falsidade
.
Trajada por aqueles  que julgámos verdade
Que com a mentira a sabem disfarçar
Como camaleões de cor a mudar
Consoante o momento a necessidade
.
Mas sempre em nós arde com intensidade
A chama esp'rança que não mais vai apagar
Nos aquece e nos vai impulsionar
A bem querer a toda a Humanidade
.
Sempre com a mesma vivacidade
Apesar dos revezes continuando a amar
A falsidade sensatos a ignorar
Indómitos vencendo a fragilidade
.
E a luta será continuidade
Aos insuficientes dispostos a perdoar
Entregando-nos plenos a labutar
Com apego e espontaneidade
.
Sonhar, por certo veleidade!
O falso em leal transformar
Mas no querer na vontade perseverar
E aí, sermos invencibilidade!
.
         João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Sei que é algo dificil a qual_
quer um, proceder de acordo com o que
escrevo no poema, mas, quando nele me
inspirei, foi para aliciar a ser por muitos se_
guido, mais concretamente cumprido, em
mim, poesia, é tentar equilibrar o mais
possível o bem na Humanidade.
.
                                          "Jodro"
 
 
 
 
publicado por CAMAGE às 17:36

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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

ANTE O TEU RETRATO MÃE!

Mãe! Foste o ser mais belo que conheci

Em toda a minha já longa existência
Em amor, bondade e paciência,
Que sublime transparecia em ti
.
Teu caminhar até Deus pressenti
Pelo azul celeste em magnificência
Agora junto a Ele rogas-lhe indulgência
Para todos, que te ouve, assim reflecti
.
Sabes! Tenho uma rosa junto ao teu rosto
Num retrato à minha frente posto
Donde me olhas, que eu retribuo enlevado,
.
É uma rosa branca cor da paz magnífica
Lembra-me tua cara bondosa, pacífica,
Furtivas lágrimas verto emocionado
.
       João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Se alguém ler este poema
concentrando-se nas duas últimas estrofes,
com facilidade entenderá a razão da rosa
branca que juntamente com minha mãe,
em retrato, lembro que já faleceu, se en_
contram sempre à minha frente, na secre_
tária onde idealizo e escrevo poemas.
.
                                        "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 19:43

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