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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

DESOLADO NA POESIA ME RECOLHO

Trago em desalinho o pensamento
Meu coração é intranquilidade
Meus olhos pura perplexidade
Minha alma toda ela desalento
.
Porque penso nos que sofrem com tormento
Porque sinto no coração essa verdade
Porque meu olhar não aceita a sua adversidade
Porque minha alma sofre por sentimento
.
E assim passo pela vida sem sorrir
E se alguma vez sorrio é sem sentir
Devaneio fugidio, falso consolo,
.
Pois jamais haverá alegria em meu ser
Já que a mesma em todos nunca irei ver
E desolado, na poesia me recolho
.
       João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Está neste poema o meu sentir
o sofrimento das pessoas desprotegidas da
sorte, o porquê de uns tendo tudo outros nada
e muito me amargura quando me concentro
nas infelizes crianças por aí ao sabor da sorte
adversa, que as castiga com a fome, doenças,
frio, chuva e mais ainda, abusadas, violentadas
pelo monstruoso homem pedófilo,  ante  este
acto abjecto, irracional, fico incrédulo pois
que o considero inadmissível, mas infelizmen_
te atroz verdade e angustiado porque nada
posso fazer por elas, recolho-me na poesia
para esquecer, como se fosse possível ! 
A angústia não cessa de me flagelar o pen_
samento. 
                                                      "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:37

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

A HUMANIDADE EM DECADÊNCIA

Olhe-se a Humanidade em decadência
Em irreversível degradação
Rumando p'los trilhos da inconveniência
Avançando loucamente na ciência
Em delirante alucinação
.
Os homens uns com os outros casando
Em aviltamento à Natureza
Também as mulheres se acasalando
A verdade indiferentes repudiando
Desvirtuando-se sem pudor na baixeza
.
Acomodando-se a juventude
Na droga pantanosa onde adormece
Desprezando a força a virtude
Qu'a Natureza lhe deu em plenitude
E na droga esvaecendo falece
.
Inocentes crianças p'la vida encantadas
Aos raios dourados do Sol a desabrochar
Amenas flores com sadismo amachucadas
P'lo homem paranóico violadas
E raiva fica em nossa alma a ecoar
.
A Terra corrompida pela poluição
E toda a circundante atmosfera
O Homem originando-lhe a destruição
Em irresponsável e demente aberração
Sabe-se lá se o fim da vida na Terra!
.
       João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Poema de acordo com o que
observo na Humanidade, tive alguma relu_
tância em divulgá-lo pois que susceptível
de impressionar tristemente a sensibilidade
das pessoas sensatas, mas não consegui
conter-me e eis os versos que de mim sai_
ram a revelar a horrível e incontestável  ver_
dade do presente comportamento de gran_
de parte de pessoas.
.
                                              "Jodro"
 
publicado por CAMAGE às 17:50

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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

PERCORRENDO O MEU PAÍS

 

Montado no tempo cavalguei

Por aqui por ali ao sabor da sorte
E lindos vales e serras olhei
No meu país de Sul a Norte
.
Onde o vinho verde bebi
Com presunto e broa de milho a arregoar
Por gente simples sorridente a ofertar
E que contentamento em seus rostos vi
.
E no centro encantado fiquei
Com a fartura nos mercados
Frutos, enchidos, regueifas espalhados
P'lo chão e demais coisas que admirei
.
E as pessoas falando com alegria
Nas passagens da vida certamente
Frutos oferecendo com simpatia
Que nas terras criaram com amor e fé ardente
.
E descendo ao calmo Alentejo
No qual do ventre duma mãe mulher flori
Com o alentejano franco e leal convivi
E mesmo ao lado lezírias e Ribatejo
.
Ali, campinos e touros deambulam,
Cumprindo um destino famoso
Tristezas e alegrias misturam
E o Tejo passando os olha orgulhoso
.
Bem a Sul o Algarve com seu mar mansinho
A tia Anita de Loulé cantada com amor
Corações a vibrarem no corridinho
E as fascinantes amendoeiras em flor
.
         João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: No coração entra-me com fre_
quência o passado que o incentiva à poesia,
são disso exemplo estes versos, recordações
de quando pelo meu amado Portugal deambu_
lei, trabalhando e residindo em várias partes do
mesmo, com suas gentes convivendo, habituan_
do-me aos costumes que fazem parte da sua vi_
da, com eles me solidarizando com gosto, daí,
o surgir de mim este poema.
.
                                                  "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:02

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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

SALVA AS POBRES CRIANÇAS MEU DEUS!

 E sempre a chuva lá fora a cair
O vento agreste que não deixa de soprar
O frio gélido da noite a flagelar
Pobres crianças por aí à toa sem porvir
.
Desoladas sem terem para onde ir
Olhando sem saber onde se abrigar
Seu fadário impõe-lhes sofrer, chorar,
Despojando-as da ventura, do rir
.
E a tristeza cruamente me dilacera
A cismar nas crianças que sina severa
Lhes talhou com requintes de crueldade
.
Meu Deus, se tua existência em mim persiste,
Não me deixes andar assim tão triste!
Basta que salves as crianças desta verdade!
.
        João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo: Poema onde confesso com sin_
cero sofrimento o que me vai na alma, ante o
drama de todas as crianças por esse Mundo
fora, sem rumo, sem sorte, sem...Nada!
Sofrer, só sofrer é a sua sina.
.
                                            "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:40

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