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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

SINO, ORA ALEGRE ORA TRISTE

 
Badala o sino apelando
À missa os que em Deus são crentes
Que ao apelo acorrem diligentes
À igreja, ante o Senhor se ajoelhando
.
O sino olha-os no templo entrando
Onde nota ricas e pobres gentes
Algumas mesmo muito indigentes
Humildes, mas sempre em Deus confiando
.
Sino que entoa nos belos momentos
De missas, baptizados e casamentos,
Seu tom eufórico a cantar
.
Outras vezes tange com tristeza
Quando a morte entra na igreja
Seu tom é pesaroso chorar
 
        João M. Grazina (Jodro)
 
Meditabundo: Poema que me ocorreu ao
ouvir no alto da torre da igreja, o sino em
som tonante, chamando os fiéis à missa
e de acordo com o que venho observando
ao longo dos muitos anos de vida por mim
já passados, sobre o relacionamento entre
a igreja e as pessoas, assim o idealizei  e
em simultâneo escrevi e...divulgo!
.
                              "Jodro"
publicado por CAMAGE às 17:42

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

ÁRVORES NUAS M'ENTRISTECEM

 
Árvores que ficam despidas
P'la Natureza, ao seu dispor,
E eu a olhá-las com dissabor
Ao vê-las desoladas entristecidas
.
Suas folhas já amarelecidas
Arrastadas p'lo vento ao seu sabor
Assim anda sem tino o amor
Por ti, forças em meu ser incontidas
.
E fica a tristeza em minh'alma
Numa dor que não se acalma
Que me deixa em transe d'amargura
.
Ah! Pudera eu um deus ser
P'ra sempre de folhas as proteger
Como a ti te protejo com ternura
 
             João M. Grazina (Jodro)  
 
Meditabundo: Em pleno Inverno olho
as árvores despidas de folhas e fico
triste, pois me lembram crianças  no
Mundo a sofrer fustigadas pelo vento
frio e chuva, sem casa e agasalhos
para as proteger, ao dispor da maldita
sorte que a isso as condenou, parece-
-me mesmo que as árvores sentem
frio e choram com desespero como
por certo acontece às infelizes crianças.
.
                                        "Jodro"
publicado por CAMAGE às 17:25

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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

ÁGUIA PODEROSA

 

 

Águia que no espaço se divisa
Implacável poderosa
Não leva no bico a rosa
Ou ramo d'oliveira qu'a paz simboliza
.
A ferocidade seus olhos matiza
Que lhe tira a beleza radiosa
Quando ataca a débil ave airosa
Que breve nas fortes garras agoniza
.
Águia que segue a lei do mais forte
Espalhando a dor e a morte
P´las pequenas aves plenas de inocência
.
Assim como na Humanidade
A mentira amordaça a verdade
A morte a vida, sem complacência
.
          João M. Grazina (Jodro)
 
Meditabundo: Vagueava pelo campo como
é meu gosto e hábito, quando de súbito no
espaço  avistei uma  águia  atacando  uma
pequena ave que num instante matou, levan_
do-a nas garras e no horizonte desapareceu
e veio-me à mente que também assim acon_
tece na Humanidade, onde o mais forte impe_
ra, o mentiroso ludibria  o  sincero,  a morte
assassina a vida e daí a razão deste poema
que do meu coração nasceu tristonho, a cena
cruel que presenciei entre as duas aves a isso
me sensibilizou. 
                                                  "Jodro"
publicado por CAMAGE às 15:57

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