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Sábado, 24 de Novembro de 2007

AMARGURADO MEDITO

 Horas passo amargurado a meditar
No Homem e na tendência
De se afastar do bem e na malevolência
Despido de escrúpulos caminhar
.
Odiando quando só devia amar
Apagar de seu ser a violência
Todos abraçando com benevolência
Porque não? É meu aflitivo interrogar
.
Mas não meu Deus,isso não acontece,
E minh'alma em tristeza esmorece
E mais ainda se vai amargurando
.
Ao olhar um indigente passando na rua
A vida de felicidade nua
Olhos tristes apoio solicitando
 
        João M. Grazina (Jodro)        
 
Meditando: É sinceramente triste que
observo  o Homem enveredando por tri_
lhos sinuosos da vida, dominado pelo
egoísmo a desprezar o amor e a solida_
riedade, que de mãos dadas aliciam ao
bem com que me irmano neste meu
poema.
 
                                           "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:31

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

SOLITÁRIO PINHEIRO

 

 Aquele alto e frondoso pinheiro

Na terra com firmeza postado
Onde vive tristemente isolado
Pois nem sequer tem um companheiro
.
Parece olhar com desespero
Com ansiedade para todo o lado
Buscando sem jamais ter lobrigado
Um irmão seu de raiz, verdadeiro
.
De que lhe serve ser majestoso
Belo, elegante, harmonioso,
Se vive sózinho sem companhia
.
Sem família, sem irmãos p'ra conversar,
Sem ser por todos amado e todos amar
Só o vento o visita e acaricia
.
               "João M. Grazina (Jodro)
.
Meditabundo:Um dia aconteceu como é
meu costume, andar pelo campo olhan_
do feliz tudo com que nos brinda a bela
Natureza, onde abundava a vegetação
composta de ervas e arbustos  a rodear
magnífico pinheiro que ali se mantinha
solitário, mais nenhuma árvore da sua
espécie ou de outra se avistava à distân_
cia, aproximei-me, olhei-o e senti que es_
tava triste naquele isolamento e...inspirou-
-me este poema.                        
                                            "Jodro"                                                                                                       
publicado por CAMAGE às 20:35

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

A JUVENTUDE

 
A juventude encantadora idade
Chega até nós sorrindo e se vai embora
Numa passagem de curta demora
Efémera é a sua felicidade
.
Nos abandona sem remorsos sem piedade
E nunca mais p'la vida adiante nos aflora
E nossos corações amargura, desola,
Ao deixar-nos por herança a saudade
.
Juventude é aglomerado de ilusões
Esperanças em imaturos corações
Que são ardentes sonhos a palpitar
.
Juventude é um devaneio da vida
Que nos acaricia e se esvai de seguida
Como no espaço o vento a passar
 
                João M. Grazina (Jodro)        
 
Meditabundo: Juventude, período da vida
dum ser humano,  em que,  mergulhado
em inocente ilusão envereda pelo caminho
das facilidades, naturalmente irreflectido,
algo irresponsável e assim se sente feliz e
nessa inocente ilusão parece elevar-se até
atingir o seu zénite e aí chegado se lhe ex_
tinguém as forças  tombando na dura verda_
de da vida, toda incerteza.
É bela a juventude, idade privilegiada  com
a força a agilidade, mas que o andar do tem_
po lhe as vai tirando, transformando-as em
dilacerante nostalgia.
.                      
                                             "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 11:12

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