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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

PAPOILA SAUDADE

 

Divina papoila saudade

Bela de rubra no campo avisto
A seu encanto não resisto
Levado em devaneio p'ra tempo distante
.
À minha mocidade pujante
Que saudoso a meditar insisto
E de olhar a papoila não desisto
A deixar-me o coração anelante
.
Papoila de vermelho vestida
A lembrar-me uma jovem linda
Que um dia avistei trajada de igual cor
.
Foi a saudade ao passado a voltar
Quando no campo papoilas a apanhar
P'rá linda jovem, o meu grande amor
 
             João M. Grazina (Jodro)
 
 
 
Meditabundo:Há uma íntima ligação
entre o amor e as flores que parecem 
falar em doce enleio e que tocam pro_
fundamente o homem para, imbuído
do mavioso sentimento, oferecer à
mulher que ama, no meu tempo de jo_
vem namorado, era hábito em mim ir
pelo campo e colher flores que levava
embevecido à rapariga que namorava,
ela usava um vestido vermelho que lhe
ficava divinal, eis o porquê da papoila
neste meu poema, ainda hoje se man_
tém essa inclinação de levar-lhe flores
quando ando pelo campo e sempre com
o mesmo carinho, é evidente, que a na_
morada passou a esposa, já lá vão cin_
quenta anos.
.                               "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:44

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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

IMORTAIS

  E o poeta morreu um dia
A morte não olha quem é ou não dotado
E desolada ficou a poesia
Mãe arte que muito lhe queria
E que versos lhe tinha ensinado
          .
E os poemas que vibrando d'amor
Imaginou e enlevado concebeu
Lavrando-os no papel com ardor
Ao Mundo legou para deles dispor
E em apoteose imortal se converteu
          .
E o corpo originou terra
A alma por outras almas vagueia
Cantando-lhes versos que mãe arte lhe dera
Que aspiram como flores em Primavera
Poesia é fascinante semideia
          .
Que os poetas divinizaram
Coroando-a com o amor e a verdade
Da sua essência poemas lapidaram
Que com carinho sublimaram
E aureolados foram de imortalidade
         
          João M. Grazina (Jodro)  
         
Meditabundo: O poeta não morre só o corpo
se some na terra, mas ele permanece vivo
disperso em partículas que são os seus ver_
sos, que vão acarinhar tudo a que cantou fas_
cinado pelo amor, às pessoas, às aves, às
flores, às árvores, às ribeiras correndo murmu_
rantes, às nuvens brancas belas vaporosas
que pelo espaço celeste deambulam, enfim,
a toda a deslumbrante Natureza que o rodeou
e rodeia, o poeta não morre, ele é, eternidade!
         
                               "Jodro"
publicado por CAMAGE às 21:40

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Domingo, 9 de Setembro de 2007

CONTEMPLAÇÃO

 
Delicadas flores amarelas, lindas,
Que ao contemplar me encantaram
Como as esperanças em  mim havidas
Que se esvaíram, de ilusões não passaram
     
Flores de amarelo vestido
Senti-as contentes com o Sol a beijá-las
E eu triste, de sonhos despido,
Debrucei-me comovido a afagá-las
     
Nascendo e crescendo em anarquia
Com desenvoltura e beleza
Que delas sublime irradia
Filhas belas da mãe Natureza
     
O amarelo deslumbrante meus olhos cativa
Inundando-me de profundo sentir
Que a alma ternamente me suavisa
Inebria com o magnífico florir
     
Medito triste nas flores com a certeza
Num meditar que não me ilude
O Sol cruel irá matá-las com dureza
Como o ódio mata no Homem a virtude
     
E assim o bem se volatiliza
Como nas flores se esvai o amarelo
Como o mal nas pessoas se enraíza
E eu sem esperança desespero
     
          João M. Grazina (Jodro)          
     
Devaneando: Idealizei este poema num dia
primaveril , quando deambulava pelo cam_
po olhando fascinado a divina Natureza, on_
de as árvores se elevavam por cima de mi_
ríades de plantas que em seu redor prolife_
ravam pejadas de flores, que o Sol em ple_
nitude havia acordado do sono da noite logo
que no horizonte despontara e estas abrindo
as lindas pétalas o campo pintaram de múl_
tiplas cores, onde predominava em grandes
manchas o amarelo e as aves mais aumen_
tavam meu fascínio ao vê-las a voar de árvo_
re para árvore a exprimir alegria.
     
                                       (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:14

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Domingo, 2 de Setembro de 2007

MINHA MÃE MINHA ESTRELA

 
 A Natureza me concebeu um dia
No ventre duma bondosa mulher
Que fascinada minha mãe passou a ser
Como a lei da vida assim sentencia
     
Adivinho seu coração vibrando alegria
O rosto ventura a transparecer
Dando-me de pronto leite a beber
De seus seios e com que enlevo o faria
     
Era Primavera por certo abundavam flores
Por todo o campo em miríades de cores
À luz do Sol fulgente bela
     
A bondosa mulher olhei assim que nasci
E por instinto logo me apercebi
Que era a minha mãe a minha estrela
     
          João M. Grazina (Jodro)          
     
Meditabundo: Mãe significa amor, o mais
sublime pelo filho que gerou, mesmo se cri_
minoso o mantém belo, querido, intocável
no coração dela, mulher, que o esculpiu ple_
na de arte delirante em seu ventre, ele será
sempre o ídolo amado até à morte.
Há! Quantas lágrimas de alegria ou de má_
goa verte uma mãe pelo filho idolatrado!
     
É em momentos aprazíveis feliz amor!
E em momentos adversos cruciante dor!
     
                         "Jodro"
publicado por CAMAGE às 19:59

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