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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

HOMEM! ESTIMA A NATUREZA! (Tu és Natureza!)

  Ó bela Natureza! Quão mal tratada és pelo

Homem! 

 

 Homem! Não trates mal a Natureza

Não acabes na Terra com a vida
Co'a mais bela dádiva por ela oferecida
A água pura que de si brota com leveza
     
Homem! Não a conspurques com tua vileza
De só o lucro em tua mente denegrida
Não deixes a criança há pouco nascida
Na Terra sem solução, sem defesa
   
Modera-te, sê sensato!
Não aviltes o mais sublime acto
O amor por todos, Natureza a florir!
  
Despreza o lucro, vil peçonha!
Envereda p'lo amor sem vergonha
Deixa a criança vindoura a sorrir
     
           João M. Grazina (Jodro)           
     
Meditabundo: Com este poema sei que
sou uma espécie de ferreiro a bater em
ferro frio, mas jamais me cansarei de
bater no apelo ao bem, ao amor, à verda_
de nua e crua por onde o Homem envere_
da destruindo a vida na Terra , nem os vin_
douros (as crianças) o demovem, o sensibi_
lizam a parar com essa fúria louca, insensa_
ta, porque não restam dúvidas que o Homem
é um insensato e noto que está a tornar-se
uma regra geral.
     
                                           "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:34

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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

RECALQUEMOS O ÓDIO

 

 Se a violeta contagiasse o Homem com 

a modéstia que é seu apanágio, por certo

haveria menos ódio e mais amor na Terra.

 
     
 
Recalquemos o ódio em nós a bramir
Sensíveis a que floresça somente amor
Como que deslumbrante perfumada flor
Que nos seduz e se aspira a sorrir
     
Deixemos só amor em noss'alma persistir
Abafando o ódio nauseabundo de odor
Consagremo-nos ao bem querer com ardor
Belo, inebriante nos corações a florir
     
Semeemos o amor por toda a Terra
Para doces sentimentos nascerem
Como flores em linda Primavera
     
Sob Sol radioso a florescerem
Abracemos os mais frágeis à espera
De com nosso amor se fortalecerem
     
            João M. Grazina (Jodro)           
     
Meditabundo: Sei que não é possível elimi_
nar o ódio na Humanidade pois que é um
componente da Natureza e que actua  por
imposição desta, por conseguinte, não há
forças que o possam impedir, mas também
a mesma (Natureza) não me amordaça, an_
tes pelo contrário me influencia a incitar  o
Homem ao amor, para assim amenizar
mais o ódio e foi por isso sensibilizado que
concebi este poema, minha razão de estar
na poesia, amor  e  só  amor  é  o  que am_
biciono por todos os cantos do Mundo.
     
                                               "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:25

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Domingo, 12 de Agosto de 2007

EFÉMERA FELICIDADE

 
 É efémera a felicidade
Nos ameiga de passagem e se vai embora
Curta ou às vezes mais longa sua demora
Sempre incerta é essa durabilidade
     
Tanto pode ser mentira como verdade
Pois que tanto se afasta como nos aflora
Por anos ou nem sequer uma hora
Deixando-nos na alma a amarga saudade
     
Felicidade é uma passagem
Pela nossa vida enquanto viventes
É como refrescante e suave aragem
  
Que nos toca e nos deixa contentes
Mas que se desfaz na voragem
Das moléstias e das perniciosas mentes
     
             João M. Grazina (Jodro)          
     
Meditabundo: Versos que fervilharam no
meu coração e que neste poema descrevo
de acordo com o seu sentir no calor dessa
efervescência, é sempre ele que domina
em absoluto, mas suavemente, todo o meu
ser, me sensibiliza, me incita a dedicar-me
à poesia que semeio por aí com amor e me
tortura na dúvida de não dar fruto, talvez
porque, sem génio para tal !
     
                                          "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:16

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Domingo, 5 de Agosto de 2007

AH! SER LIVRE QUEM ME DERA!

 
 Ah! Ser livre quem me dera!
Ser livre de tudo e de todos
Não ter compromissos acordos
Que crente assumi antes desta era
     
Ir p'los campos e ser sempre Primavera
Viver despreocupado feliz sem engodos
Não enfrentar fingidos bons ou maus modos
Em que o Homem com arte se esmera
     
Quem me dera não mais ver e ouvir
Muitos se lamentando a fingir
Só p'ra bens na vida alcançar
     
E muitos sofrendo de verdade
Tolhidos pela adversidade
Sublimes sem dela se lamentar
     
           João M. Grazina (Jodro)          
     
Meditabundo: Há em mim profunda mágoa
ao observar o cinismo misturado de forte
egoísmo que traja grande parte da Humani_
dade, que olho e vejo tão clarividentes que
não me deixam a menor dúvida e frustrado
afasto-me, isolo-me com o desgosto a fer_
vilhar em minha alma e a interrogação em
mente do porquê destes malévolos sentimen_
tos a enegrecerem a vida na Terra, o ludibriar
assim o amor, o sentimento mais sublime que
existe em tudo o que é vivência, mas mais 
uma vez penso e clamo, são coisas da
Natureza!
 Ah! Como é triste ser assim, sem solução !
     
                      "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:34

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