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Domingo, 29 de Julho de 2007

AMÁLIA, DEUSA IMORTAL

 
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 Amália, mulher de voz divina,
Diva do fado da canção portuguesa
Sua voz fica em nós p'ra sempre acesa
Numa chama que já mais termina
     
Amália é eterna porque é fado é sina
Do povo português que com rara beleza
Cantou p'lo mundo como sublime deusa
Povo que a consagrou sua rainha
     
Amália, o seu todo perdurará em nós,
Sua poesia, canção, fado o som da sua voz,
Sua alma vagueará p'lo seu Portugal
     
Infinita de plenitude
Excelsa dama de virtude
Deusa deslumbrante imortal
     
          João M. Grazina (Jodro)           
     
Meditabundo: Amália Rodrigues, a maior
cantora portuguesa de sempre, onde se
inclui o fado que sublime interpretava, ela
foi uma verdadeira deusa da canção nacio_
nal, um génio tocado por Deus a imbuir
amor em todos os corações, até nos mais
frios e cruéis. Também grande artista  no
teatro e cinema o que faz de si uma deusa
imortal, falo no presente porque Amália
manter-se-à eterna na alma dos portugueses.
     
                             "Jodro"
publicado por CAMAGE às 16:12

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Domingo, 22 de Julho de 2007

A BOCAGE (ELMANO SADINO)

 
 Setúbal sorrindo o viu nascer um dia 
Já longínquo perdido no tempo passado
Também feliz ficou o rio Sado
A olhar o menino que nascia
     
E lhe deram o nome de Manuel Maria
Sem preverem p'ra que estava destinado
Mas já o tinha privilegiado
A Natureza com o dom da poesia
 
E excelsos poemas que acarinho
Lhe brotaram da alma algo confusa
Porque reprimido, amores em desatino,
  
A perturbarem-lhe a divina musa,
Bocage, Elmano Sadino,
Magnífico poeta da Pátria Lusa
           João M. Grazina (Jodro)
               
Meditabundo: Manuel Maria Barbosa du
Bocage "Elmano Sadino", sem dúvida
um dos maiores poetas deste encanta_
dor rectângulo de terra chamado
Portugal, a poesia que de si emana, su_
blime, embebida do divino, está sempre
presente em mim a cativar-me o coração,
que vibra emocionado quando me em_
brenho nos seus versos a revelarem gran_
dioso génio, mesclados de imensa des_
ventura que o amordaçou até à morte.
Socialmente, algo desvairado, irrequieto,
intranquilo e medito que, causado pela
perseguição que lhe foi movida pela Inqui_
sição, com realce para Pina Manique e os
frustrados amores que lhe massacraram
sem piedade a vida.
Considero o seu destino muito semelhan_
te ao de Camões, pelos infortúnios que os
perseguiram, o próprio Bocage o confessa
num soneto ao príncipe da poesia portu_
guesa (Camões), seu ídolo poético e que
aqui divulgo:
 
Camões, grande Camões! Quão semelhante
Acho teu fado ao meu, quando os cotejo!
Igual causa nos fez, perdendo o Tejo,
Arrostar co'o sacrílego Gigante
      ««»»
Como tu, junto ao Ganges sussurrante,
Da penúria cruel no horror me vejo;
Como tu, gostos vãos, que em vão desejo,
Também carpindo estou, saudoso amante
     
Ludíbrio, como tu, da sorte dura,
Meu fim demando ao céu, pela certeza
De que só terei paz na sepultura;
     
Modelo meu tu és ... Mas, ó tristeza! ...
Se te imito nos transes da ventura,
Não te imito nos dons da natureza
    (Bocage)
        
                                       "Jodro"
publicado por CAMAGE às 15:30

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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

QUERO SER COMO A ALVORADA

   Que m'importa ouvir que sou mau ou bom

Ou d'outra maneira que sou tudo ou nada
Só quero ser como a alvorada
Que desperta p'ra todos no mesmo tom
     
Só quero ouvir em alto som
Todos como alegre passarada
A desprezar do ignóbil a atoarda
P'ra que cinicamente tem dom
     
Que não ouço não vejo, parecer,
O que nitidamente estou a ouvir
O que perfeitamente estou a ver
     
Fazer que não interpreto o fingir
Do que me estão a fazer crer
Ladeando a verdade com o mentir
           João M. Grazina (Jodro)
               
Meditabundo: Sinceramente, não me
preocupa o que pensam ou julgam de
mim, tenho a minha maneira de estar
na vida, que é a simplicidade e igualda_
de que sigo naturalmente, em simul_
tâneo, olho e analiso as pessoas e pro_
cedo com elas de acordo com o que em
si noto, procurando não ferir susceptilida_
des.
                                      "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:29

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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

MINHA ALMA SINTO CHORAR

  Seduz-me numa igreja deserta entrar
Sinto-me cativo da sua tranquilidade
Parece-me sentir Deus, a verdade,
Me atrai comove Jesus Cristo a penar
     
Na cruz pregado sangue a jorrar
Pregos nas mãos e pés sem piedade
Coroa d'espinhos na cabeça com crueldade
Que minh'alma comove e sinto chorar
     
No templo rodeado de penumbra
Olho a imagem de Cristo que me deslumbra
Ah! Como me doi vê-lo supliciado
     
E cicio p'ra Deus que não me é dado ver
Porque razão assim tinha de ser
E saio da igreja triste desolado
     
            João M. Grazina (Jodro)          
     
Meditabundo: Menciono muito Deus nos
meus versos porque Nele tenho fé, mas vivo
obsecado no mistério que encerra, que me
ultrapassa em mente e me massacra a alma
sem piedade, deixando-me intranquilo na in_
certeza o que origina em mim a atracção de
entrar numa igreja deserta, isto é, sem nin_
guém no seu interior, onde permaneço está_
tico, subjugado ao que dela emana e rodeado
de penumbra e silêncio, olho como que em
delírio as imagens por ela dispersas até me
concentrar na de Jesus Cristo pregado na
cruz, o corpo coberto de sangue que se des_
prende de miríades de feridas que os perver_
sos algozes lhe fizeram e, sugestionado, pare_
ce-me estar nessa época a viver o macabro
acontecimento e meu coração a palpitar como_
vido, sensibiliza-me a imaginar e escrever  o
poema que aqui deixo.
     
                                          "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:28

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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

CRIANÇAS BRINCAM NO MEU CORAÇÃO


 

  (QUE DEUS AS PROTEJA PORQUE INDEFESAS

          E EM PLENITUDE INOCENTES E...BELAS! )

 

  Das crianças não me canso não me aborrece

Vê-las por toda a parte a brincar
Delirantes à bola a jogar
Gritando quando o golo acontece
     
Tecer-lhes versos sempre me apetece
À sua inocência ao meigo olhar
Ao cristalino tagarelar
À esperança que nos corações floresce
     
Que floresça, não seja só quimera,
Sofredora e vã espera
Rogo a Deus com fé e ardor
     
Que as proteja dos venenosos espinhos
Que pela Terra proliferam daninhos
Que colham sorrindo a desejada flor
     
             João M. Grazina (Jodro)  
     
Meditabundo: Porque adoro as crianças,
que encantado olho ao passarem na rua,
a brincarem, a jogarem à bola, idealizei
este poema expressando o meu sentir
carinhoso e uma vida plena de felicidade
para elas.
     
                              "Jodro"
publicado por CAMAGE às 20:24

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Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

SOB PINHEIROS E AMORES

 

  Estes altos e robustos pinheiros

De copas soberbas verdejantes
Donde tombam pinhas hesitantes
Deitando-se na caruma em sons fagueiros
     
Sob eles lembro meus amores primeiros
Devaneios de criança, inconstantes,
Ténues deliciosos instantes
Que não eram amores verdadeiros
     
Estes pinheiros de agudas folhas
Que tombam e adormecem no chão
Onde arrulham meigas rolas
     
Que embalam meu coração
Que se acasalam em escolhas
Como eu, com Maria da minha afeição
     
           João M. Grazina (Jodro)         
     
Meditabundo: Composição poética que
de mim nasceu, quando vagueava por
extenso pinhal em que os pinheiros altos
fortes eram magníficos exemplares  e
à sua volta exuberante vegetação e a ca_
ruma  que ao pisar, rangia sob os meus
pés e fascinado a ver as pinhas que lá do
alto caiam uma a uma e surpreendente_
mente chegou-me à memória a minha ju_
ventude a olhar para as raparigas  com
intenções namoradeiras e eis o que medi_
tei e escrevi.
     
                              "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 20:37

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