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Sábado, 28 de Abril de 2007

SEU VOAR É INDEFINIDO COMO A MORTE

 

Esbelta andorinha que ágil voa

Num voar indefinido

Como a vida sem qualquer sentido

Que acaba na morte à toa

    

Mas que bela o sacerdote apregoa

Da fé do Senhor Deus provido

Mas que da verdade fica coibido

Sem poder dar provas do que entoa

    

Andorinha voando p'ra espairecer

Subindo no espaço infinito

E o Homem à terra a descer

    

Após o padre lhe perdoar qualquer delito

Por Deus, sem Dele nada entender,

E o Homem sem assimilar a morte, aflito

            João M. Grazina (Jodro)

              

Meditabundo: Deus é um mistério indecifrável,

mas se todos, sem excepção, tivessem fé e

abraçassem o que Dele consta:

   Só amor na Terra haveria

   E o ódio no coração do Homem morreria

                                           "Jodro"   

publicado por CAMAGE às 15:41

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Domingo, 22 de Abril de 2007

BORBOLETA APAZIGUANDO MINHA MÁGOA

 
   Borboleta que feliz pousas
Louca de contente sobre as flores
Sem saberes que muitos dos meus amores
Já repousam sob as lousas
    
Sei que não! Mas parece que ousas
Rir, mofar das minhas dores,
Do meu desespero, dos meus clamores,
Quando eles desciam às negras covas
  
Mas tu vens em meu redor de mansinho
Transmitir-me o teu carinho
Com belas e sumptuosas danças
    
Que executas sublime, linda,
Para apaziguar minha mágoa infinda
Ao compasso das diáfanas asas mansas
    
           João M. Grazina (Jodro)        
    
Meditabundo: Uma borboleta voando,
seduz quem olha a sua dança encanta_
dora a inspirar amor.

    

                                            "Jodro" 

publicado por CAMAGE às 19:59

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

URZE, HUMILDEMENTE ENCANTADORA

 
 Encantas com tua singeleza
Humilde urze do monte
Enfeitas no morro a fonte
Que p'ra ti canta com pureza
    
És essência da Natureza
Seduzes ao se olhar teu desponte
És como um azul e límpido horizonte
Que nos embriaga com sua beleza
    
Teu mundo circunvizinho
Ornado de linda flora
Onde o aromático rosmaninho
    
Induzido p'lo vento te beija, aflora,
E o pacífico azevinho
Que vos olha e de vergonha cora
    
          João M. Grazina (Jodro)        
    
Meditabundo: Paradisíaco campo
repleto de plantas que originam
lindas flores, ó deslumbrante Natureza!
    
                                       "Jodro"
publicado por CAMAGE às 22:06

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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007

ESPERANÇA É UTOPIA

  A esperança é quando estamos

À espera dum melhor dia

É o adiar em nós duma alegria

Dum bem que a sofrer esperamos

       

É incerteza que certeza desejamos

Razão dum sentimento que nos guia

Estado d'alma que finda em fantasia

Se o bem ambicionado não alcançamos

       

Esperança é sensação que temos

De debelar o mal que em nós avança

Meditar confiantes que o venceremos

       

Quando o destino só desgraça nos lança

Esperança é crer na vida, mas morremos,

Utopia, só utopia é a nossa esperança

           João M. Grazina (Jodro)  

                          

Meditabundo: A esperança é um bem que

nos acalenta.

                                             "Jodro"

publicado por CAMAGE às 13:48

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Quinta-feira, 5 de Abril de 2007

ROUXINOL, MODERA-TE A CANTAR!

Rouxinol não cantes tanto

Que acabas por te cansar

E se perdes teu belo trinar

Morre p'ra sempre em ti o encanto

         

Depois, deixas-me em saudoso pranto,

Por não mais te ouvir cantar

Tristemente a meditar

Na causa desse quebranto

         

E se tua linda voz não mais levantas

Fico despojado d'alegria

Já d'admiração não me espantas

         

Com tua suave melodia

E sofres porque não cantas

Eu sofro, porque ouvir-te cantar queria

    

             João M. Grazina (Jodro)              

    

Meditabundo: Quando junto a uma ribeira,

sentado à sombra duma árvore, ouvia cantar

sem cansaço um rouxinol, que me inspirou

este poema.

    

                                     "Jodro"

publicado por CAMAGE às 20:21

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NUVENS BRANCAS SEMPRE BELAS

 
 Nuvens brancas no espaço a flutuar
E entre nesgas lá bem mais ao fundo
Avista-se o céu azul divino profundo
Que ninguém jamais consegue igualar
              
Nuvens qu'o vento se dedica a talhar
Sendo por certo um grande mestre no Mundo
Mas porque irascível furibundo
As obras que talha teima em desmantelar
              
Por capricho com as nuvens se entretem
As junta as afasta assobiando com desdém
As forma e deforma gargalhando delas
              
Que seguem no seu modo natural
Vestidas de brancura divinal
Em diversos feitios mas sempre belas
 
          João M. Grazina (Jodro)
                   
   Meditabundo: Nuvens brancas que não me
canso de admirar, parecendo-me lindas
noivas a caminho da igreja para se casarem.
  
                                                      "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 10:21

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Domingo, 1 de Abril de 2007

EM DESLUMBRANTE BELEZA

 

   Correm rios, ribeiros e regatos,

Por toda a terra portuguesa

Em deslumbrante beleza

Serpenteando aos sobressaltos

           

Caminham entre árvores e matos

Em murmurante singeleza

E cumprimentam a bela Natureza

De lindas serras com seus altos

           

E vão por esse Portugal fora

Dessedentando a linda flora

E os animais que por ela vagueiam

           

Conjunto de sublime harmonia

Fonte da portuguesa poesia

Que poetas lusos sequiosos saboreiam

     

             João M. Grazina (Jodro)   

     

Meditabundo: A terra portuguesa é a mais

bela de todas as que formam o Mundo,

no sentir do meu coração.

        

                                "Jodro"

publicado por CAMAGE às 11:18

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