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Terça-feira, 30 de Março de 2010

MULHER! COMO TE ADMIRO!

 

Mulher! Meus olhos d'admiração p'ra ti levanto

Quando passas elegante na rua

Como quando os levanto p'rá Lua

Admirando o seu sedutor encanto

 

Olhando-te inspiras meu canto

Minha poesia é inteiramente tua

Quando bela teus filhos geras seminua

Ofertando vidas à Terra com feliz pranto

 

És o jardim do imenso Mundo

Donde desabrocham vidas continuamente

Que tu formas sofrendo sorridente

Com amor sincero, profundo

 

És tu que dás sequência à vida

És a escultora da Humanidade

És o amor a pureza a verdade

Que esculpes em teus filhos definida

 

No alto do teu sublime pedestal

O Homem te olha escarninho

Mas tu o talhas no teu ventre com carinho

És a deusa da vida superior, ele! Banal

 

Minha  sensibilidade em ti se encerra

Por isso te canto com amor e devoção

Clamando que tu e a criança são

Os seres mais belos que há na Terra

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 16:13

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Segunda-feira, 29 de Março de 2010

TROVA D'AMOR À CRIANÇA

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 Criança, componho para ti

Uma trova d'amor, d'afeição,

Vou cantar-ta com sofreguidão

Delirantemente, em frenesi

 

Canto, que ao olhar-te me enterneci,

Na tua candura em profusão

Na inocência que brota de teu coração

Nos olhos mais puros que jamais conheci

 

Trova que idealizo com ardor

A tocar-me a alma profundamente

Que te canto como um meigo trovador

 

E ao olhares-me tão docemente

Rogo teu carinho por divino favor

Só alcançando-o ficarei contente

 

            João M. Grazina (Jodro)     

publicado por CAMAGE às 18:58

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Domingo, 28 de Março de 2010

AMORES FARSANTES

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   Para gáudio  dos pecados meus

Não me creia a presunção que por aí existe

Só a modéstia e alguém em mim acredite

E que esse alguém seja Deus

 

Entre crentes e ateus

E nos que em nada os consiste

Meu pensar atento persiste

São todos do Ente Supremo, réus

 

E porque sem excepção pecadores

Um a um p'la morte serão levados

Ao divino Senhor onde sem rancores

 

Por Ele com sapiência serão julgados

D'acordo com os seus farsantes amores

Falsamente apregoados

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 16:48

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Sexta-feira, 26 de Março de 2010

DESILUDIDO, NA POESIA ME REFUGIEI!

 Nadando nas feras ondas da Humanidade

Já cansado, na poesia me refugiei,

Foram longos anos a fio que bracejei

No meio dessa medonha tempestade

 

O tempo arrumou-me na velha idade

A um canto, onde com a poesia fiquei,

E versos com desgosto imaginei

Pois jamais vi no Homem a verdade

 

Posso parecer feliz mas não o sou

Não se deve julgar p'la aparência

Confesso que só tristeza em mim sobrou

 

Há, isso sim, benevolência,

Da Natureza que assim me moldou

Notar feliz meu ser, é coincidência!

 

            João M. Grazina (Jodro) 

publicado por CAMAGE às 18:17

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Quarta-feira, 24 de Março de 2010

A RUBRA ROSA DIVINAL

 

É a mais linda flor que vive no jardim

Nenhuma outra se lhe assemelha

Atrai os olhos como rutilante centelha

Que cruza o espaço celeste sem fim

 

Sedutora fascina a olhá-la assim

Trajada de túnica vermelha

Como se Cleópatra em era já muito velha

Encantadora em sumptuoso festim

 

É no jardim a flor mais deslumbrante

Que o Sol beija amoroso anelante

Pois que em seu sentir a mais formosa

 

Diva bela simbolizando o amor

No jardim a mais sublime flor

Divinamente a rubra rosa

 

          João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:45

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Terça-feira, 23 de Março de 2010

VENTO...HIBERNA!

  Ó vento, porque fustigas

Sem dó as árvores indefesas!

Porque é que cruel as castigas

Tua sede de ódio nelas mitigas

Com tuas torpes e vis bravezas!

 

Porque lhes arrancas as roupas

Verdes, com que lindas se vestem!

Bem sei porque não as poupas

É porque tuas fúrias loucas

São ciúmes que em ti vertem!

 

Porque lhes arrancas os membros

Porque lhes arrancas a vida!

É que esses furiosos momentos

São os teus loucos tormentos

Por não teres vida definida!

 

Porque ajudas o fero fogo

A devorá-las sadicamente!

Ao incitá-lo a teu rogo

A massacrá-las sôfrego

P'ra te saciares, vulgo demente!

 

Acalma, sê só brisa moderada!

Beija as árvores de mansinho!

Afaga com leveza sua ramada

Rumorejando só e mais nada

Esquecendo teu ódio mesquinho!

 

Sopra como quando andas

No mar alto atrás do veleiro!

Em rajadas certas, brandas,

Inchas suas velas enfunando-as

Trazendo feliz o marinheiro!

 

Mas se só maldade assumes

Recolhe à tua negra caverna!

Abriga-te na tua manta de ciúmes

Espumando raiva e azedumes

Adormece, p'ra sempre hiberna!

 

            João M. Grazina (Jodro)

publicado por CAMAGE às 17:53

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Quinta-feira, 18 de Março de 2010

UM DIA, DE POESIA ME VESTI

  Um dia, já não sei qual! De poesia me vesti,
Quis essa veste experimentar
E senti-me tão bem nesse trajar
Que nunca mais dele me despi
 
E assim vestido pela vida segui
De vestuário não quero mais mudar
Só quando for a enterrar
Vestindo a terra que sempre pressenti
 
Eis porqu'a poesia até à morte vestirei
Dela não mais me despojarei
Quero sentir o seu calor nela envolto
 
Semeá-la por toda a Terra com amor
Distribuindo-a por todos com ardor
Cantá-la como sei e gosto
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:11

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VINHO POÉTICO

 
 Em meu coração fermenta a poesia
Até vinho poético originar
Que bebo até me embriagar
De versos que bem cantar queria
 
Mas falta-me a voz genial que faria
Parar todos para meus versos escutar
Fascinantes no espaço a vibrar
Mesclados de tristeza e alegria
 
Mas a poesia em meu coração fervente
A fermentar vinho poético ardente
Me incita a sempre mais beber
 
E por ela com carinho animado
Bebo até ficar embriagado
Do vinho que meu coração sabe fazer
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:24

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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

BORBOLETA SEDUTORA

 
 Porque me seduzes borboleta
Com teu vertiginoso voar?
Não vês meu coração já a secar
De velho, pronto a mandar p'rá valeta?
 
Não te apercebes da minha forma obsoleta
De querer no antigo continuar?
O presente leviano rejeitar
Não me adaptando à sua ignóbil faceta?
 
E tu voas alegre despreocupada
E eu observo-te do meu quase nada
Subjugado por tristeza infinda
 
Porque olho a Humanidade em adultério
De vitupério em vitupério
E medito desolado na vida
 
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 18:07

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DIVINOS MOVIMENTOS

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Na vida o mais belo movimento
São os corações de amor a palpitar
Como flores que a brisa vai acariciar
Seduzida a esse encantamento
 
Corações em puro arrebatamento
As lindas flores a seus amores ofertar
Que docemente se vão conjugar
Em carinhoso entendimento
 
E há uma igreja juncada de flores
Onde se pressente Deus abençoando esses amores
Que une enlaçando-os de paz e alegria
 
E corações, amores e Deus sorridentes,
As flores o templo perfumando contentes
Divinos palpitando suave melodia
.
            João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:05

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