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Sábado, 24 de Março de 2007

TERNA MÃE

 

 

 Com ternura uma mulher nos formou vida

Nos passou seu filho a chamar

Os primeiros passos nos ensinou a dar

 Emocionada, deveras enternecida

 

Do filho em absoluto convencida

De ser o mais belo na Terra a brotar

De entre todos de mães a gerar

Por essa crença ficando envolvida

 

E seu enlevo passamos a ser

Miríades de vezes por ela beijado

Carícias que recebemos com prazer

 

No instinto de por si amado

Confiantes no seu amor no seu querer

Terna mãe com o filho no colo deitado

 

            João M. Grazina (Jodro)

        

      
      
Meditabundo: Mãe, o amor mais puro
pelo ser que de seu ventre floriu.
                                              
                           " Jodro"
publicado por CAMAGE às 19:56

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CEGONHA! VI-TE VOAR E ... INSPIRASTE-ME!

 

Cegonha! Como tu,gostava de voar,

Como te admiro quando sulcas o espaço
P'ra voar ensina-me! Como é que eu faço?
Como todo o Homem, só sei rastejar
                 
Olho estático quando cirandas no ar
Tua imponência com meus olhos abraço
Tu és a glória, ante ti, eu o fracasso,
Tu andas, voas, eu, homem, só sei rastejar
                 
Intitulo-me, Homem animal superior,
E a ti, pobre ave por aí a vaguear,
Acho-te graça, mas penso-te ser inferior,
               
Mas sobes aonde não consigo chegar
Sabes andar e voar, és animal vencedor,
Eu ser vencido, porque só sei rastejar
                   
              João M. Grazina (Jodro)
  
Meditabundo: Porque a imponência da
cegonha voando me fascina, me inspirou
este poema..
                                            "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 16:05

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Sexta-feira, 16 de Março de 2007

ÉS TODO SURPREENDENTE, Ó MAR!

  Ó mar indomável que ruges altaneiro

Quando possuído de louca fúria
E nela matas com deleite e luxúria
Humanas vidas, arrogante, sobranceiro
                 
Sê sensato! Abranda esse enfurecer
Quando em débil barco o pescador
Vai até ti colher peixe por amor
Aos pequenos filhos e mulher
                 
Não abocanhes, não tragues insaciável,
Os barcos que sobre teu dorso peregrinam
Que te afagam, que te acarinham,
E retribuis tanta vez nada amigável
                 
Mar gigante, ora afável ora agreste,
Mas sempre sublime num e noutro sentido
O enigmático, o insondável te veste,
Teu desígnio é indefinido
                 
Tanto podes ser um negro monstro
Bramindo de raiva a terror infundir
Narinas espumando em hediondo rosto
Sem motivo, sem razão p'ra tudo agredir!
                 
Como um anjo azul, belo, divino,
Abraçando, beijando em teu redor radiante,
Mansamente, pleno de carinho,
Tal adónis formoso, deslumbrante
                 
Mas inconstante, até no brilhar,
À luz do Sol brilhas dourado
Ao luar de resplendor prateado
És todo surpreendente, evasivo, ó mar!
 
               João M. Grazina (Jodro)
 
 Meditabundo: Mar medonho quando em fúria,
mas logo esquecida a zanga vai como que
arrependido, beijar amoroso as rochas das
falésias e as brancas e deslumbrantes areias
das praias.
                                           "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 16:29

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Quinta-feira, 8 de Março de 2007

PORTUGAL E O SEU SOL

 20060804-rq-1f

   Logo que de manhã o Sol avança

  Sobre a linda terra portuguesa
  A olha admirando-lhe a beleza
  De que nunca se aborrece ou cansa
                 
  A intensa fogosidade amansa
  Que lhe abranda a dura aspereza
  E a pátria de Camões afaga com leveza
  E de raios dourados a entrança
                 
  A terra lusa rejubila de contente
  Com o Sol a beijá-la castamente
  Pleno de carinho, pleno de fulgor,
                 
  E nela pessoas em amores enleadas
  E miríades de flores perfumadas
  Qu'o Sol aspira, cativo ao belo odor
       
              João M. Grazina (Jodro)
 
Meditabundo: Há lá Sol mais mavioso 
que aquele que beija a pátria de Camões!
 
                                            "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 19:57

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Sexta-feira, 2 de Março de 2007

CRIANÇA É POESIA A CORRER

      
 Sinto que há poesia no meu coração
Quando contemplo uma criança
Que se empolga irradiando esperança
Quando ela ternamente me dá a mão
                 
Criança é poesia na minha imaginação
Ao seu contacto fica-me a lembrança
Desço ao seu pedestal de forma mansa
E ela me acicata a inspiração
               
Criança é poesia a correr
Como lava incandescente de vulcão
Criança é poesia sublime a verter
                
Amor p'ra todos em combustão
Criança é poesia a enternecer
O mais mesquinho e cruel coração
 
               João M. Grazina (Jodro)
 
Meditabundo: Invade-me profunda mágoa
quando observo o homem hediondo, a de_
vassar inocentes crianças. 
 
                                                       "Jodro" 
publicado por CAMAGE às 16:38

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