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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018

SAUDADES DUMA VELHINHA

Aquela simpática velhinha
Que eu enlevado saudava
Quando junto à sua casa passava
Onde em lida contínua se entretinha
 
Sempre um sorriso para mim tinha
Algo triste mas que não forçava
A perda do companheiro o motivava
Há anos que desolada vivia sózinha
 
Mas um dia para sempre se ausentou
Sua alma para o além caminhou
Ao encontro do seu amado, ambição sua!
 
Agora passo a velha casa olhando
Na simpática velhinha pensando
E funda nostalgia em mim se insinua
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
publicado por CAMAGE às 18:36

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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018

MEU DEVANEAR

Se Deus existe seja benvindo
A minha homenagem lhe prestarei
A rogar-lhe o bem p'ra todos ficarei
Com fé no seu poder infindo
 
Contemplá-lo-ei desvanecido
Ver Deus, na verdade nunca pensei,
E se me aparecer como conjeturei
Da sua existência fico convencido
 
E o dia a dia vou vivendo
Sobre Deus a sua verdade a devanear
Pleno de fé Nele crendo
 
Razão para lhe solicitar
Porque Dele nada entendo
Vir à Terra seu mistério revelar
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:34

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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017

DO VENTO NORTE ME LEMBREI

Levanta-se o vento norte e avança
Descendo pelo meu país amado
E após fauna e flora ter beijado
No mar algarvio calmo se lança
 
Suavemente o embala o balança
O afaga com seu sopro adocicado
E pelas brandas ondas  empolgado
Com elas se enlaça em deslumbrante dança
 
Em simultâneo uma música lhe assobia
E o mar a escutá-lo se delicia
Os dois em pura amizade  se enternecem
 
É a força natural que ninguém entende
Que por tudo e por todos se estende
E aos poucos vento e mar adormecem
 
          João M. Grazina (Jodro)  
publicado por CAMAGE às 11:56

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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017

AVE SOLITÁRIA

Era domingo à tarde, uma ave no céu voava,
Isolada, sózinha, perdida parecia,
Me pareceu triste despida d'alegria
Sem rumo, talvez seu abrigo procurava
 
Enquanto a solitária ave avistava
Até que no horizonte desaparecia
Me interrogava me afligia
Será qu'o abrigo p'ra seu bem encontrava?
 
Ou teria a fatídica sorte
De se ir abrigar nos braços da morte
Por tiro certeiro de caçador atingida?
 
P'la sua vida  a Deus me pus a suplicar
Para mais domingos à tarde a ver voar
Com a alma enternecida
 
          João M. Grazina (Jodro)
 
 
publicado por CAMAGE às 20:01

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

ESCRAVO DA AMBIÇÃO (O EGOÍSTA)

Meu poema marejado de tristeza
Que concebo desalentado
Por não ver o Homem sensibilizado
Em pleno, ao bem à justeza
 
Seu coração de egoísmo lateja
A ele em absoluto devotado
Pela ambição arrastado
Com desprezível baixeza
 
E no egoísta me consagro a meditar
Ganancioso tudo p'ra si a desejar
O que me desola o coração
 
E quer faça ou não sentido
Estou em pleno convencido
Que será sempre escravo da ambição
 
         João M. Grazina (Jodro)

 

publicado por CAMAGE às 11:43

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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

A SUPORTAR O MAL

Temos que na vida suportar
O mal que em qualquer momento
Nos surpreende e de ódio sedento
Se regozija em nos massacrar
 
Amordaçando a alegria em nós a vibrar
Que nos deixa em profundo abatimento
Desalentados em sofrimento
Que sem remédio temos de aceitar
 
E rogamos a Deus aventurança
Em prece perfumada d'esperança
P'ra qu'o mal que nos aflige seja debelado
 
Mal que na Terra para sempre dura
A originar ao Homem amargura
Que suporta em triste fado
 
         João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:37

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Terça-feira, 11 de Julho de 2017

OLHANDO O SEU PASSADO

Seu passado lá longe, na distância,
Fica o velho homem a olhar
Coisas boas  que o tocaram a recordar
Também as más lhe vêm à lembrança
 
Viveu sempre abraçado à esperança
Por altos e baixos da vida a passar
Alguns mais suaves para amenizar
As canseiras qu'o destino sempre lança
 
E meditando o velho homem
Em mágoas  qu'o consumiram  e consomem
Que abafam o que até hoje lhe deu prazer
 
E se não tem mais infância nem juventude
Nem meiga mãe p'ró beijar com solicitude
Murmura para que lhe serve o viver
 
         João M. Grazina (Jodro)
 
 
publicado por CAMAGE às 18:27

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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017

AMOR É DOCE MOSTO NUM SER

O amor fermenta em todo o ser
É doce mosto nele a fervilhar
Para quando a vinho chegar
Solícito a todos oferecer
 
A dar-lhes contente a beber
A dar-lhes seu gosto a provar
E com ele todos embriagar
Com alegria a bem fazer
 
Incitá-los a cantar com devoção
Em frenético coro a mesma canção
Até os ouvidos ferir de amizade
 
E unidos pelo amor combinando
Chamar ao canto que vão entoando
A canção da solidariedade
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 11:54

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Sábado, 10 de Junho de 2017

DISCURSOS SÃO PALAVRAS BURILADAS

Ouvi discursos seguidamente
E saturado de ouvir tanto arrazoar
Comecei por versos no papel lavrar
Como os sei sinceramente
 
É para meu ser displicente
O discurso, gosto mais de dialogar,
Nele vamos logo ou não concordar
Discurso é modo de bradar falsamente
 
Porque se prepara o palavreado
Atentamente engendrado
Como se fosse a razão, a verdade,
 
Burilado num só interesse
Como se só ao orador lhe apetecesse
Ter por todos solidariedade
 
          João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 20:06

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Sábado, 20 de Maio de 2017

A FELICIDADE QUE IDEALIZO JAMAIS ALCANÇO

Há laranjeiras em pujança a florir
Em deslumbrante beleza
P'los laranjais germinados na Natureza
Da Terra, qu'as vê felizes a subir
 
Suas verdes folhas ao Sol a fulgir
E brancas flores ele beija com leveza
Qu'elas retribuem na sua singeleza
Com pétalas amenas p'ra ele a abrir
 
Laranjeiras que perfumam de suaves odores
Que brotam das suas lindas flores
Toda a atmosfera circundante
 
Que aspiro fremente de ansiedade
Esse raro momento de felicidade
Sempre de mim, como idealizo, distante
 
         João M. Grazina (Jodro)
publicado por CAMAGE às 16:06

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